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Viajando em grupo

Por Neivo Zago

Quem já não fez a experiência de excursionar em grupo? Ou a de uma viagem, quer seja para visitar um local, perto ou distante? Acompanhar um grupo tem as suas vantagens e desvantagens, assim como é viajar sozinho, ou a dois. Porém, quer seja uma, ou outra opção o certo é que o fato de sair de casa, respirar outros ares, ou rever lugares já visitados, por si só, já valem a pena.

Há uma semana tivemos o privilégio de participar do grupo da comunidade Bela Vista que visitou os fantásticos arenitos de Vila Velha e a sempre atrativa e encantadora Curitiba. Três dias de duração em uma excursão muito legal que incluiu no roteiro até uma bela missa dominical. E como sói acontecer, sempre almejamos que toda e qualquer viagem ou empreendimento ocorram da melhor forma possível, sem incidentes, e acidentes. Porém, o que todos os excursionistas querem é ir ao destino e voltar dele “sãos e salvos”, o que nem sempre é garantia quando se “pega a estrada”, neste país de muitas rodovias em estado precário.

Quando um determinado grupo se reúne pensando em viajar a primeira dúvida começa em definir o programa da viagem, o que nem sempre é fácil. E, como em qualquer iniciativa dessa natureza é necessário que alguém lidere, tome à frente e se empenhe para conseguir adeptos, contatá-los, cobrar custos, enfim, dar conta de uma série de atribuições, que só sabe quem já fez a experiência. Essas pessoas merecem sempre consideração e reconhecimento como é o caso da Marlete Perin Lando e a da Glacilda Leite organizadoras do passeio. Também, para o bom êxito do empreendimento é preciso contar com outros colaboradores como é uma empresa de transportes que ofereça ônibus confortável e motoristas atenciosos e confiáveis como foram o Sérgio Borges e o Mateus, da Borgetur.

Viajar em grupo é bom porque propicia aos participantes a oportunidade de rever amigos, bem como de atar novas amizades, o que não acontece quando nós viajamos sozinhos. Viajar em grupo é sempre um novo aprendizado. E, mesmo que o roteiro já seja conhecido, pois como bem lembrou a Wanda Groch, a incansável batalhadora do turismo: “não importa visitar o mesmo local, mas é preciso vê-lo com outros olhos”. Isto é, fazer outra leitura, assim como acontece quando lemos o mesmo livro, mais de uma vez, ou assistimos a um filme outras tantas. Cada nova abordagem é sempre uma forma diferente de contatar o mesmo assunto, que nunca se esgota em si mesmo.

É também parte do script de viagens em grupo haver nele pessoas mais extrovertidas; as que têm a habilidade de contar piadas; de agitar e de, enfim, tornar o ambiente alegre e descontraído. Especificamente, nessa excursão a Inete Zicatto protagonizou e, acho, até foi bem coadjuvada, pelo redator deste texto.

E, como sempre se faz quando viajamos necessariamente comparamos o nosso habitat com os locais visitados. Ah, bela Curitiba! Uma referência em destaques, dentre eles a exuberância de árvores com seus 30 parques, um mais lindo que outro. Serve de exemplo para outras capitais como a nossa sempre igual, Porto Alegre a começar pela estação rodoviária, um sinônimo de imundície, de atraso e de desleixo. A de Curitiba, a rodo-ferroviária, nossa! Quanta diferença! O que dizer então se nós comparássemos outros aspectos como: mobilidade urbana e a segurança entre as duas capitais?

Que pena, faltou espaço, para escrever mais detalhes da viagem. Porém, o que importa é que foi uma das belas e gratas experiências que vai ficar marcada nas nossas memórias. E se essa falhar, as fotos não nos farão esquecê-la. Por isso, o meu apreço a todos os participantes.

Em tempo: Graças a Deus que nessa excursão não houve “nenhuma baixa”. E nada de extraordinário aconteceu, a não ser o extravio de um tênis e de uma sombrinha que podem ser retirados pela pessoa esquecida na seção: “perdidos e achados”, com a Marlete. Sou tricampeão, porém nos dos que fizeram passeata, soltaram foguetes ou coisas do gênero. As vitórias e derrotas fazem parte, não apenas do futebol, mas de todos os nossos empreendimentos. Saber administrá-las com bem senso é a melhor medida. 

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