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Julgados pela palavra de Jesus

Por Dennis Allan
Foto Divulgação

Julgados pela palavra de Jesus

Dennis Allan

Começando com a Constituição imposta por dom Pedro I em 1824, o Brasil conta uma série de sete constituições. Enquanto todas têm alguns elementos basicamente iguais, as diferenças são grandes e importantes quando se trata de direitos de participação no processo eletivo, a pena de morte e outras questões. Uma análise histórica das constituições pode ser interessante e informativa, mas ninguém consegue se defender no tribunal com argumentos da Constituição de 1824, nem das de 1891, 1934, 1937, 1946 ou 1967. Questões legais hoje dependem da Constituição de 1988, que continua em vigor.

Na Bíblia, há duas grandes alianças feitas por Deus. A primeira foi revelada por meio de Moisés aos descendentes de Abraão, Isaque e Jacó.A lei dada no monte Sinai comunicou os termos da relação dos hebreus com Deus, e continuou em vigor por aproximadamente 1.500 anos. Ela definiu crimes e suas consequências e foi usada como a base de julgamento das pessoas sujeitas aos seus princípios.

Mas hoje, Deus não usa a lei dada no monte Sinai para julgar ninguém.

Aquele sistema de lei serviu sua função, ajudando seus sujeitos entenderem a gravidade do pecado e a necessidade do sacrifício do Salvador, Jesus. Mesmo durante a vigência da Antiga Aliança, Deus revelou sua intenção de dar outra que deixaria a primeira antiquada. O profeta Jeremias, escrevendo 600 anos antes do nascimento de Jesus, transmitiu estas palavras de Deus: “Eis aí vêm dias, diz o SENHOR, em que firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá. Não conforme a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; porquanto eles anularam a minha aliança, não obstante eu os haver desposado, diz o SENHOR. Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o SENHOR: Na mente, lhes imprimirei as minhas leis, também no coração lhas inscreverei; eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. Não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece ao SENHOR, porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o SENHOR. Pois perdoarei as suas iniquidades e dos seus pecados jamais me lembrarei” (Jeremias 31:31-34).

Essa profecia de Jeremias é citada no Novo Testamento para explicar a revelação da Nova Aliança e a remoção da Antiga (Hebreus 8:6-13). O contexto maior do livro de Hebreus defende a superioridade da Nova Aliança, dizendo que a pessoa que a revelou era maior do que Moisés e outros mensageiros do Antigo Testamento: “Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo”(Hebreus 1:1-2).A Nova Aliança é mais importante porque tomou o lugar da Antiga e porque traz o carimbo de autoridade divina na pessoa de Jesus Cristo: “Se, pois, se tornou firme a palavra falada por meio de anjos, e toda transgressão ou desobediência recebeu justo castigo, como escaparemos nós, se negligenciarmos tão grande salvação? A qual, tendo sido anunciada inicialmente pelo Senhor, foi-nos depois confirmada pelos que a ouviram” (Hebreus 2:2-3).

As palavras de Hebreus reforçam uma afirmação importante de Jesus sobre sua vinda, sua palavra e o julgamento divino: “Eu vim como luz para o mundo, a fim de que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas. Se alguém ouvir as minhas palavras e não as guardar, eu não o julgo; porque eu não vim para julgar o mundo, e sim para salvá-lo. Quem me rejeita e não recebe as minhas palavras tem quem o julgue; a própria palavra que tenho proferido, essa o julgará no último dia” (João 12:46-48).

Hoje, nenhum brasileiro tem motivo de esperar ser julgado pela Constituição de 1937, uma vez que estamos vivendo sujeitos à Constituição de 1988. Da mesma forma, ninguém vivo hoje será julgado pelos mandamentos revelados na lei dada no monte Sinai. O Senhor sobre todos nós, aquele que tem toda autoridade no céu e na terra (Mateus 28:18; Colossenses 1:18), revelou sua palavra para nossa obediência. A palavra de Moisés não julgará ninguém, mas a palavra de Jesus será a base do julgamento de todos!

(www.estudosdabiblia.net

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