Blog do Rodrigo Finardi

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Manuela lutou, mas acabou não resistindo

Por Rodrigo Finardi
Foto Arquivo pessoal

No dia 8 de maio o Jornal Bom Dia trouxe a história da menina Manuela, que ainda estava no ventre de sua mãe, Karine Resende Coelho, com 40 semanas de gravidez. Na 32ª semana, em uma ecografia de rotina, o médico responsável detectou uma anormalidade no coração. Não foram detectadas partes do órgão. Diante do diagnóstico, encaminhou para um profissional médico especialista em Cardiologia Fetal, para aprofundar na investigação e ficou diagnosticado que “Manu” que era chamada pelos pais, tinha Síndrome da Hipoplasia do Ventrículo Esquerdo (parte do coração não se desenvolveu adequadamente).

A transferência

E em Erechim não tinha como garantir o nascimento e a sobrevivência do bebê. A prefeitura e a coordenadoria de Saúde após determinação da Justiça conseguiram transferir a mãe para Porto Alegre, na Santa Casa (centro especializado em cirurgia cardíaca neonatal). Isso era 10 de maio.

Semblante de esperança

Quando a mãe, Karine e o pai Michael Jhonny entraram na UTI móvel na Fundação Hospitalar Santa Terezinha, o semblante dos dois, era de esperança. A primeira filha do casal estava tendo a chance de lutar pela vida.

Em 12 de maio veio ao mundo

Dois dias depois, 12 de maio, Manuela veio ao mundo e nos braços do pai (foto) sorria como dizendo “obrigado”. Sua luta durou exatos 30 dias, e faleceu ontem (12) perto do meio após ter sofrido três paradas cardíacas.

As complicações

Ao longo desses trinta dias de vida, a menina Manuela passou por uma cirurgia cardíaca, para tentar corrigir o problema. Estava na UTI sob cuidados médicos.  Com duas semanas de vida começou a ficar inchada, conforme o relato do pai. Teve um rim paralisado. Passou por sessões de diálise para que o órgão voltasse a funcionar. E ela melhorou. E seu quadro apresentava evolução: “ontem (segunda) ela estava bem”, relata Michael.

Uma lição de vida

Após as três paradas cardíacas, ela mais uma vez lutou bravamente pela vida, mas acabou não resistindo e faleceu. Filha de pais jovens que tem toda uma vida pela frente e precisaram amadurecer rápido pelas dificuldades impostas pela vida. Manu foi uma lição de vida para todos, num curto espaço de tempo.  

 

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Em todos os flancos

Roberto Fabiani realmente é o homem forte do prefeito de Erechim, Luiz Francisco Schmidt. Foi secretário da Fazenda (está deixando o cargo para assumir Waldir Tomazoni). Foi secretário de Saúde quando da saída de Dércio Nonemacher até assumir Jackson Arpini. Foi cotado (pelo menos externamente) para assumir a secretaria de Obras. Nos editais da prefeitura de ontem, publicado no Jornal Bom Dia assina como secretário de Administração interino (dois dias em substituição ao titular Valdir Farina que retoma a titularidade hoje). E agora assume a função de chefe do gabinete do prefeito, e será responsável pela comissão de governança para pensar as ações do Executivo. Será que para por aí?  

 

Assume novo secretário da Fazenda

Conforme antecipou a coluna do último sábado (9), assumiu a secretaria da Fazenda de Erechim o ex-coordenador do Serviço Regional do Tribunal de Contas (onde atuou por 26 anos até se aposentar no ano passado). Waldir Luiz Tomazoni.  Com 59 anos de idade, Waldir é natural de Erechim, sendo formado em Engenharia Civil, Ciências Contábeis e atualmente cursa Filosofia na Universidade Federal da Fronteira Sul. Tomazoni não vínculos partidários: “Estou aberto para realizar um trabalho proativo para a administração municipal, buscando, sempre, fazer o melhor possível para o município”, finaliza.  

 

Depois da saia justa, se acertaram!

Esse ano em Erechim, aconteceu um forte debate com relação aos valores do IPTU entre o Executivo e o Legislativo. Logo que os carnês começaram a chegar nas casas, a Câmara de Vereadores se apressou e aprovou um projeto de lei, para que a prefeitura perdoasse o imposto para quem teve mais de 5% de aumento, ainda nesse ano.

Após a análise do jurídico do Executivo, o prefeito optou pelo veto total do projeto. Entre os argumentos, um deles a renúncia de receita. E voltou para a Câmara de Vereadores, que ficou numa tremenda saia justa, pois se derrubassem o veto, algum apontamento futuro poderia recair sobre eles.

Daí sentaram para conversar. Primeiro fizeram um novo projeto de lei, com redução das alíquotas do IPTU para 2019, aprovado por unanimidade e sancionado pelo prefeito Schmidt. E diante disso, na segunda-feira (11) os vereadores aceitaram o veto total da prefeitura.

 

 

2020 chega rápido

Vejo pouco os partidos falarem e se movimentarem sobre as eleições proporcionais de 2020. Parece longe, mas falta dois anos e pouco para definição de candidaturas à Câmara de Vereadores. E essa eleição tem uma peculiaridade.

Pela legislação eleitoral não será mais permitido coligações nas proporcionais e desta forma os partidos só poderão lançar candidaturas próprias. Precisam correr atrás de nomes com viabilidade, caso contrário, muitos deixarão de ter representatividade   

 

 

 

 

 

 

 

 

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