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O Pronto Socorro ficou em torno de 45 minutos sem atendimento.jpg

Cinco funcionários do Santa Terezinha são suspensos

Por Rodrigo Finardi
Foto Rodrigo Finardi

Um assunto espinhoso ganhou as ruas, cafés, grupo de WhatsApp, redes sociais desde segunda-feira (2), nas primeiras horas da manhã.

Uma usuária do Sistema Único de Saúde ligou para o prefeito Luiz Francisco Schmidt afirmando que o Pronto Socorro da Fundação Hospitalar Santa Terezinha estava sem atendimento. O prefeito então se dirigiu ao hospital e constatou in loco que a informação procedia e cobrou forte dos funcionários o ocorrido.

Para ter certeza e provas do ocorrido o prefeito solicitou as câmaras de videomonitoramento e constatou que o atendimento ficou descoberto por cerca de 45 minutos numa troca de turno, segundo justificativa dos funcionários: “Recebi a ligação e em 10 minutos estava no Pronto Socorro. Dei dois tapas em cima do balcão e pedi explicações do que estava acontecendo. O local estava às moscas e as pessoas esperando para serem atendidas, inclusive uma menina em uma cadeira de rodas acompanhada de seus pais”.

O prefeito pediu para chamar o diretor executivo do Santa Terezinha, Hélio Bianchi para que tomasse as medidas administrativas cabíveis. “Pedi respostas para ele do fato ocorrido. Não é admissível fatos como esse ocorrerem, já que os donos do hospital são a população”, pontua o prefeito.

Hélio Bianchi decidiu ontem (3) pela suspensão de cinco funcionários responsáveis pelo Pronto Socorro no horário do ocorrido por três dias: “não foi necessária uma sindicância interna, pois as imagens provam o ocorrido. Optamos pela suspensão (famoso gancho) dos funcionários”, salienta.

Sobre o médico de plantão, Bianchi relata que não tem gerência sobre ele, mas que a empresa que presta o serviço será notificada sobre o ocorrido.

 

“Não é hora de olharmos partidos, quando temos candidatos regionais”

O prefeito de Ponte Preta, Ademir Sakrezenski (MDB), que também é presidente da AMAU, fala o porquê é importante de votar em candidatos da região. Não se posiciona como presidente da entidade, mas como cidadão. “Um candidato nosso é muito importante em vários segmentos. A pessoa sendo da região conhece as necessidades, e os anseios da população”, salienta.

De acordo com Ademir “não podemos esquecer que deputados de outras regiões vem ajudando a região. Mas lamentamos muito aqueles deputados que recebem votos todas as eleições e depois não tem nenhum compromisso com o Alto Uruguai. Simplesmente levam o voto”, sentencia.

O prefeito cidadão que o candidato da região, mora aqui, vive na comunidade: “Podemos cobrar olho no olho. Dá para bater no ombro e pedir resultados. Desta forma a região pode avançar. A cobrança se torna próxima. E pelo momento que passa o país não é hora de se olhar partidos políticos quando temos vários candidatos regionais”.

 

“Erechim tem que ser a Capital da região Nordeste e do Alto Uruguai”

O ex-prefeito de São João da Urtiga em duas oportunidades, Paparico Bacchi, que já concorreu a deputado estadual em 2002 e 2006, irá novamente disputar uma cadeira para a Assembleia Legislativa. Não mais pelo seu partido de vida, o PDT, e sim pelo PR.

Como pré-candidato alega dois motivos por ter saído do partido. Primeiro que ocorreram divergências de opiniões com deputado do PDT na região, Gilmar Sossella, e segundo pela expulsão do partido do deputado federal Giovani Cherini que é o presidente estadual do PR, sua nova sigla, em função da votação do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff: “Achei uma injustiça o que o partido fez com Cherini, que tem quatro mandatos. Quando ele foi expulso, me senti expulso também. A partir daí decidi migrar para o PR”, salienta.

Paparico afirma ter muitos vínculos com Erechim. “Quando tinha 17 anos, trabalhei aqui como garçom e ao longo do tempo estreitei relações diversas. Erechim é uma capital regional importante para os municípios próximos. Como prefeito de São João da Urtiga me esforcei muito para fazermos a ligação asfáltica entre a região Nordeste e o Alto Uruguai. E essa é uma luta que temos que abraçar para unir as duas regiões. Existe a necessidade da região Nordeste estar próxima de Erechim. Temos identificação cultural muito maior que com outras regiões”.

Casado com uma erechinense, Paparico acredita que é necessário transformar Erechim na Capital da região Nordeste também, e não só do Alto Uruguai.

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