Blog do Rodrigo Finardi

Comitê pró BR 153 em Brasília

Transbrasiliana: sou cético, mas quero acreditar; Banco de Sangue poderá ter sede própria

Por Rodrigo Finardi
Foto Arquivo/BD

Transbrasiliana: sou cético, mas quero acreditar!

O ato de assinatura para licitação do projeto técnico da Transbrasiliana que acontece amanhã (6) em Passo Fundo divide opiniões.  A população de maneira geral não acredita. Entende que é eleitoreiro faltando três meses para as eleições. Até porque em outras oportunidades já foi usada a rodovia como palanque, foi colocado no orçamento geral da União, mas nunca saiu do papel. 

A imagem negativa dos políticos com todas as falcatruas já comprovadas contribui para essa visão cética quando a realização da obra. E concordo que pelo momento não poderia ser outro o entendimento.

Por outro lado, não podemos deixar de acreditar, que podemos construir algo de bom. Que podemos unir regiões através de proposições coletivas de interesse geral, com envolvimento de vários atores como prefeituras, Coredes, empresários, universidades, entre tantos outros. Sem interesses partidários, sem benesses pessoais.

Após vencida essa etapa do projeto, vem a obra. O furo é bem mais embaixo. Os valores são milionários.  Mas um passo por vez.  E volto a frisar: temos que acreditar. Não podemos desistir.

Quando o comitê pró BR 153 foi criado, estiveram em Brasília no DNIT e também no exército no em agosto do ano passado para buscar uma alternativa para a Transbrasiliana. Um exemplo que de a união traz resultados.  

 

Sede própria do Banco de Sangue

O secretário de Saúde de Erechim, Jackson Arpini, que já foi administrador do Banco de Sangue, revela que após resolvida as questões jurídicas da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), que ficará 100% do município, sem precisar devolver recursos para a União, é possível ampliar serviços.

Mas esses serviços têm que ser relacionados a saúde. Um dos projetos já antigos e que podem ser colocados em pauta é a construção da sede própria do Banco de Sangue do Alto Uruguai Gaúcho.

A obra custa em torno de R$ 800 mil: “já temos em torno de R$ 600 mil, faltando R$ 200 mil para construir. Buscaremos através de emendas parlamentares esses recursos que faltam. Nos próximos anos, podemos sim ter a sede própria”, pontua Arpini.   

 

Um alerta

Esse episódio da suspensão de cinco servidores do Pronto Socorro do Santa Terezinha em função de no intervalo de 45 minutos não atenderem ninguém na segunda-feira (2) conforme demonstrou imagens, pode ser visto como um alerta para todos os setores públicos.  Mas cabe ressaltar que a imensa maioria do funcionalismo trabalha de forma correta.

 

Um novo sindicato

Os professores municipais de Erechim andam se reunindo para formar um novo sindicato. Nele, apenas professores.

 

UTI pediátrica

Erechim está buscando o credenciamento junto ao governo gaúcho para voltar a ter uma UTI Pediátrica, que não está em funcionamento na Fundação Hospitalar Santa Terezinha desde 2015.

 

A indicação

Desde a última sexta-feira (29), José da Cruz não é mais o coordenador regional de Saúde. Ele solicitou sua exoneração após o pedido de desfiliação do MDB.  Quem está respondendo pelo cargo até indicação do partido é o adjunto Ivan Devensi.

 

Propaganda intrapartidária

Os políticos com vistas à indicação de seu nome pelo partido poderão fazer propaganda intrapartidária a partir de hoje, 5, mas está proibido o uso de rádio, televisão ou outdoor  para isso.

 

Edital suspenso

O edital para contratação por parte da prefeitura de Erechim de empresa especializada para instalação de hastes metálicas e placas de rua com o CEP atualizado em diversas ruas e avenidas que seria aberto hoje, 5, foi suspenso para que seja revisado. As hastes e as placas serão pagas com os recursos da outorga do estacionamento rotativo pago.

 

O 2º melhor do país

O Ministério da Fazenda, através da secretaria de Previdência revelou recentemente que o Instituto Erechinense de Previdência (IEP) é o segundo melhor do país entre os municípios na faixa dos 100 mil habitantes. Foram avaliados no Brasil 2.123 regimes de previdência próprios (RPPS).

Para elaboração do ranking são levados em consideração a concessão de benefícios, contabilidade, transparência, legislação, conselhos, comitê com certificação, equilíbrio atuarial. Solvência, liquidez envio de demonstrativos previdenciários, contribuição e repasses em dia.

No geral, o IEP ocupa a 8ª posição geral no Rio Grande do Sul entre 327 institutos e 26º no Brasil entre os 2.123 que existem.    

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