Publicidade

Blog de Dennis Allan

Geral

Dennis Allan

Dennis Allan é Formado em Comunicação pela Northern Illinois University (EUA).

Trabalha com ensinamento bíblico (palestras, administração do site www.estudosdabiblia.net, edição de livros e revistas de ensinamento da Bíblia.

É um trabalho independente, não vinculado a nenhuma denominação ou instituição religiosa. Escreve sobre a Bíblia -- história, interpretação e aplicação prática.

  • Salmo 67 -Louvem-te os povos, ó Deus

    Por Dennis Allan
    Foto Divulgação

    O tratamento que Deus deu às nações durante o tempo do Antigo Testamento, inclusive os privilégios especiais que estendeu aos israelitas, mostrou sua justiça e sua bondade como motivos de adoração. O Salmo 67, apresentado sem identificar seu autor ou contexto histórico, incentiva o louvor de todos os povos.

    A mensagem desse Salmo se aplica universalmente, por ser um apelo a todas as nações a honrarem o Senhor. Da mesma forma, esse hino não se limita a um determinado tempo. Sua letra se aplicaria perfeitamente em vários momentos da história: como reflexão de Josué depois da conquista da terra prometida, no auge da prosperidade de Israel sob os reis Davi e Salomão, depois da libertação que Deus deu ao rei Ezequias, ou até no período da volta do cativeiro e reconstrução do templo e da cidade de Jerusalém, no tempo de Zorobabel, Esdras e Neemias.

    O Salmo inicia com palavras baseadas nabênção sacerdotal transmitida por Moisés a Arão em Números 6:22-27:

    “Seja Deus gracioso para conosco, e nos abençoe, e faça resplandecer sobre nós o rosto;

    para que se conheça na terra o teu caminho e, em todas as nações, a tua salvação” (versos 1 e 2).

    Como observamos no texto em Números 6, essas palavras foram ligadas especificamente ao povo de Israel, comunicando a bênção do Senhor sobre seu povo escolhido. Mas, esse hino não se limita a Israel. O autor continua com uma expressão da adoração apropriada diante da graça demonstrada por Deus:

    “Louvem-te os povos, ó Deus; louvem-te os povos todos.

    Alegrem-se e exultem as gentes, pois julgas os povos com equidade e guias na terra as nações.

    Louvem-te os povos, ó Deus; louvem-te os povos todos” (versos 3 a 5).

    O salmista vê Deus como merecedor da adoração de todos os povos. Ele frisa o motivo no verso 4: Deus julga e guia. Nos versos que aparecem antes e depois, ele repete as frases que assumem a função do refrão desse Salmo.

    Nas últimas linhas do cântico, o salmista focaliza a bondade do Senhor para com o povo escolhido, evidência que incentiva todas as nações a honrá-lo:

     

    “A terra deu o seu fruto,e Deus, o nosso Deus, nos abençoa.

    Abençoe-nos Deus,e todos os confins da terra o temerão” (versos 6 e 7).

    O Salmo 67 enfatiza a relação especial do povo de Israel com Deus sob a aliança que vigorou por quase 1.500 anos, de Moisés até a morte de Jesus na cruz. O tratamento privilegiado que Deus deu aos israelitas foi importante por vários motivos:

     

    1. A posição abençoada de Israel foi prova do amor de Deus para com esse povo, motivo do serviço motivado por gratidão (encontramos um excelente exemplo em Êxodo 14:30-31 que levou Moisés a compor o hino registrado em Êxodo 15).

     

    1. Outros povos, vendo a proteção dada aos israelitas, tinham motivos de se submeterem a Deus. Desde a humilhação dos egípcios derrotados pelas pragas até às confissões de Raabe (Josué 2:9-11) e de Nabocodonosor (Daniel 3:28-29), pessoas de outras nações chegaram a temer o único verdadeiro Deus.

     

    1. Embora não seja o foco desse Salmo, a relação especial com Israel foi a maneira que Deus protegeu os antepassados de Jesus para cumprir sua promessa de abençoar todas as famílias da terra por meio de um descendente de Abraão (Gênesis 12:3; Gálatas 3:15-18).

    Deus santificou e protegeu o povo de Israel, conduzindo outros povos a adorarem o Senhor. Sua bondade e justiça continuam sendo motivos para nossa adoração nos dias de hoje.

     

     

  • Compreensão das escrituras - Exemplos ensinam

    Ao completar 18 anos de idade, um jovem decide iniciar o processo para tirar sua carteira de habilitação para poder conduzir automóveis. Inscreve-se em uma autoescola onde começa uma série de aulas teóricas que serão seguidas por aulas práticas

  • Salmo 44 - Por que dormes, senhor?

    Deus libertou seu povo no passado. Ele traria salvação de novo?

  • A transmissão das escrituras - Tradução, transliteração e interpretação

    Eu e dois amigos estávamos no aeroporto de São Paulo. Um dos amigos fala espanhol, um pouco de português e um pouco de inglês. O outro, como eu, fala português, inglês e um pouco de espanhol. Encontramos dois homens perdidos, mas eram turcos. Não falavam português nem espanhol, e apenas algumas palavras de inglês.

  • Detalhes importam no estudo das escrituras

    Quando ouvimos, lemos ou conversamos, nosso nível de atenção depende da importância da comunicação

  • Percebendo prioridades na palavra de Deus

    Nas nossas conversas do dia a dia, tratamos algumas palavras com mais importância do que outras. Mesmo quando respeitamos a pessoa que fala, percebemos diferenças de expressões ou tom de voz que sugerem maior peso para algumas palavras. Não deve nos surpreender descobrir que Deus fala da mesma maneira! O Criador, que deu para os seres humanos a capacidade de comunicação verbal, dá mais peso para algumas palavras do que outras. Isso não significa que nós temos a liberdade de desrespeitar, menosprezar ou ignorar alguma coisa que Deus revelou, mas exige nossa atenção para entender as prioridades que ele mesmo atribuiu às suas palavras. Vamos considerar alguns exemplos dessas prioridades.

Blog dos Colunistas

Publicidade

Horóscopo

Capricórnio
22/12 até 20/01
O momento prioriza o autoconhecimento e a...

Ver todos os signos

Publicidade