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Blog de Neivo Zago

Geral

Neivo Zago

Neivo Zago, especialista em Língua Inglesa (Unisinos) e mestre em Línguística (UFSM). Professor de português e de inglês desde 1974, ininterruptamente.

Lecionou em escolas estaduais e particulares (curso de inglês). Atualmente trabalha na URI. 

É colaborador assíduo escrevendo às sextas-feiras sobre assuntos gerais, específicos e temas do cotidiano.

  • D e s n o r t e a d o s

    Por Neivo Zago
    Foto Divulgação

    D e s n o r t e a d o s

    Justifico que a idéia do título deste texto surgiu madrugada adentro, isto é, como muitas pessoas, também tenho alguns sobressaltos de sono e, por isso também me escalo como titular no time dos desnorteados. E quem não está?


    A gente acaba se acostumando e se adaptando com tudo. E eu, aos poucos vou me acostumando com a devastação do que era um cinturão verdade a circundar o "lindo prédio" da estação rodoviária. E, como um pássaro sem ninho, também desnorteado fico recordando as belas árvores que foram impiedosamente derrubadas. Não foram poupadas nem as frutíferas, como abacateiros e ameixeiras. Tudo por causa de algumas pessoas desnorteadas que solicitaram o corte, bem como, autorizadas por uma "autoridade competente" também desnorteada. Só podia resultar no que deu: devastação, desolação.

    Menos mal que, por extensão, não estou sozinho nessa lamentação, pois desnorteadas e inconformadas estão pessoas como a colega Marilde, o Cândido e a Miguelina, o Guilherme Barp e outros tantas que compartilham da mesma frustração. Pena que não muito mais do que esses se preocupam. Por sua vez, o time dos cachorros que ladram e não mordem é muito numeroso, e pior; é enorme dos que nem força para latir. É, por essas e outras, que quase tudo acontece, e quase tudo é possível nessa terra da "ordem e progresso", do provável e do improvável; do ponderável e do imponderável.

    Tendo como motivo o referido desmatamento desnorteados ficaram os pássaros que tinham como habitat aquele espaço. Aliás, essas aves emplumadas nem mais têm noção do horário matinal. Cantam aleatoriamente, parecendo perdidos, às 3, 4, 6 e seis horas da manhã. 

    E o que dizer dos humanos? Quantos desses em conversas desnorteadas falam, em grupos, inopinadamente e, pior quando essas são pais (mais frequentemente mães), por não terem outro assunto, mesmo sem serem perguntadas, insistem em exaltar os filhos que estão fazendo uma faculdade, considerada a top, em detrimento do outros cursos de outras expressões.

    Pior mesmo, é ver no dia a dia, seja durante a semana ou no final dela jovens perdidos na ociosidade, nas drogas e sem emprego. Perambulam por aí afora, desnorteados, sem eira, nem beira.

    E, quantos programas de televisão criados por pessoas desnorteadas e sem escrúpulos ajudam a desnortear os telespectadores alienados, mas aficionados por esse veículo, que, se por um lado pode ser bom, mas por outro, mau. 

    Porém, o cúmulo do "desnorteamento" foi ouvir o relato de uma determinada mulher insensível, mal-educada e de muita falta de consideração. Essa criatura sui feneris teria reclamado do funcionário que regava a grama e as mudas de flores recém plantadas na esplanada do Santuário. Foi indelicada com o trabalhador alegando que o seu cachorrinho iria sujar as patinhas se pisasse na terra molhada. Obviamente, essa sumidade - uma das tantas pessoas apenas aproveitadoras daquele espaço - como se fosse público, não colaboraram financeiramente para a sua revitalização. É por essas e outras que eu já adaptei o dito "ainda morro e não vejo tudo" para: Ainda morro e não vejo sequer um milionésimo de tudo. 

  • Outra vez caminhando em procissão*

    É outra vez outubro, um mês especial, o décimo do ano que aos poucos vai anunciando o seu ocaso. É um período especial por várias datas comemorativas; algumas comerciais, (dia da criança, do professor) e também por motivações religiosas, dentre elas (neste ano) o centenário das aparições de Nossa Senhora de Fátima e os trezentos anos de Nossa Senhora Aparecida. Assim, jubilosos vivamos este mês, pois ainda há tempo.

  • Outra vez caminhando em romaria

    Para contextualizar, quer você acompanha ou não este texto regularmente, o excerto acima em destaque encerrou o artigo deste espaço, (28.09), tendo como título: Não é apenas uma semana. Há dias era outro o ambiente criado na esplanada do Seminário de Fátima

  • Acabaram com a minha “Mata Atlântica”

    Ainda não se concretizou a previsão do lide acima. Ainda restam algumas árvores; ainda alguns peixes nadam; ainda a água corre nos rios. Mas, se a ordem e a velocidade das ações deletérias humanas não forem freadas, é possível, que o prognóstico se torne realidade em um prazo não tão longe assim

  • Uma busca afã de registros escritos no passado

    Dessa vez a ida ao meu endereço que se repete com bastante freqüência, por objetivos específicos, como caminhada, a pedalada, a oração e a atuação, teve uma finalidade pontual.

  • Professora agredida, catequista assassinada e escola queimada

    Não há como ficar alheio à barbárie a qual somos acometidos dia sim, dia não, em toda parte. A falta de respeito à dignidade humana banaliza a vida em todas as suas dimensões

  • Um país assim no pode dar certo

    Há poucos dias ouvi estarrecido, em uma rádio local, notícia sobre o valor astronômico que nós brasileiros pagamos para o congresso

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