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Blog de Neivo Zago

Geral

Neivo Zago

Neivo Zago, especialista em Língua Inglesa (Unisinos) e mestre em Línguística (UFSM). Professor de português e de inglês desde 1974, ininterruptamente.

Lecionou em escolas estaduais e particulares (curso de inglês). Atualmente trabalha na URI. 

É colaborador assíduo escrevendo às sextas-feiras sobre assuntos gerais, específicos e temas do cotidiano.

  • O Hazard do Brasil, os belgas e as piadinhas

    Por Neivo Zago
    Foto Divulgação

    Faz uma semana que a nossa seleção se despediu da Copa. Falta de sorte ou de competência? Talvez as duas juntas, ou foi culpa do Hazard, um dos tantos ótimos jogadores da pequena Bélgica? Já faz tempo que camisa, fama e ufanismo não ganham jogo por antecipação e, pior, nunca aprendemos a lição, principalmente alguns patéticos e exagerados profissionais da mídia e os cidadãos alienados, que a despeito da realidade vigente, ainda sublimam o futebol.

    Certo dia, em um evento religioso fui publicamente questionado a respeito da eliminação precoce da Copa da poderosa Alemanha quando aquiesci e acrescentei que o Brasil seguiria o mesmo caminho. Também salientei que nós temos sérios problemas internos a resolver, muito mais importantes do que o futebol e que gostaria de ver um novo país campeão do mundo. Soube posteriormente por uma amiga, que determinada pessoa presente na ocasião, além de não ter concordado, teria me ofendido. Compreendo haver opiniões divergentes e todas devem ser respeitadas, porém discordar com educação sim, mas não como se portou a referida interlocutora. Bastou transcorrer apenas um jogo, após o episódio para se confirmar o meu prognóstico.

    E, como nós somos criativos em fazer piadas com os outros, como foi quando a Alemanha, a Argentina e México foram eliminadas, tivemos que aguentar as réplicas após ter chegado a nossa vez. Obviamente que o alvo principal se voltou para a “estrela de maior fulgor”, o Neymarzinho, vedetezinha, que já desde o começo atraiu as atenções a começar com o seu “hair style” (estilo de penteado), suas exageradas quedas (sempre justificadas pelos jornalistas ufanistas, provincianos e bairristas) que continuam ainda defendendo-o, dentre eles o exagerado intragável, Galvão Bueno (olha o gol, olha o gol, olha o gol) e o colunista Túlio Milman, do jornal ZH, para citar apenas dois.

    E o rol das piadinhas continuou nas redes sociais, dentre outras, mostrando os belgas parafraseando uma conhecida música brasileira, se jogando ao chão e se contorcendo como que, reprisando gemidos das faltas que os “truculentos” adversários cometeram no nosso “meiguinho” atleta, sob a aquiescência da arbitragem. O que dizer então da foto montada onde aparecem Cristiano Ronaldo e Messi (já eliminados), com o dizer: “Vamos embora agora, ou vamos esperar o menino Neymar”. E não deu outra. Talvez seja esse lado jocoso, o melhor da festa e o consolo dos que soçobraram.

    Enquanto isso, apesar da eliminação (diga-se não lamentada pela maioria dos brasileiros conscientes), já foi dada a largada para o hexa em 2022. Para o nosso Hazard o Tite, um treinador “paisão”, estrategista, que repete a mesma coisa e parece o dono de respostas e explicações para tudo aceitou continuar como técnico. Acho que só lhe falta para ser “beatificado” desvendar o insondável mistério da Santíssima Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo). Mas se bobear, ele fará.

    Por último, nem o “valorizado” Temer ficou de fora: “Agora vão começar a falar de política outra vez”. Sim, porque infelizmente quase tudo parou nesses dias, mormente no mundo político e lá em Brasília. Nesse ínterim, foi liberto José Dirceu e, em pleno domingo, houve a tentativa de libertação do Lula. Quem consegue entender este país e certos magistrados que se acham donos da verdade e dignos de tomar posições, infelizmente, muitas delas tendenciosas? É por essas e outras razões, sejam administrativas, esportivas ou não, é que cada vez a assertiva atribuída a um importante líder político, quando disse ser “o Brasil um país que não se pode levar a sério”, continua sempre atualizada.

         A culpa do insucesso do Hazard, do De Bruyne e de seus colegas solidários e obviamente porque os árbitros não puniram os agressores do Neymar o que recebeu mais faltas na Copa segundo (Túlio Milman), mas que omitiu em dizer a razão: foi o jogador mais egoísta e individualista. Mas a esperança continua: ver a Croácia campeã.

    P.S.: Nesta semana, nós familiares parentes e amigos perdemos alguém muitíssimo mais importante do que a Copa: A (tia) Terezinha Frizzo. Que Deus a recompense pela sua missão familiar e pelo trabalho comunitário. Deve estar fazendo parte da melhor seleção do céu, dirigida por Deus, o técnico dos técnicos. A irradiante ALEGRIA foi apenas um dos atributos da Terezinha muito destacados, por ocasião da leitura dos seus dados biográficos. Por fim, como é salutar, bom e gratificante ouvir elogios como os da Denise e o Jackson Arpini, minha irmã Ilva, dentre outros, sobre o texto biográfico por ocasião das exéquias da (tia) Terezinha.  

     

  • O ser humano x a tecnologia

    Seria a tecnologia um produto muito mais preciso e confiável do que o seu criador - ser humano -, que tem lá as suas limitações? Até que ponto ela pode interferir, ajudar ou complicar? O uso do VAR veio para elucidar todas as dúvidas no futebol?

  • O dedinho, o cabelinho e o tornozelinho do Neymarzinho

    O Campeonato Mundial de Futebol está em pleno desenvolvimento.

  • Eu não sonho e nem quero o Hexa!

    A bola está prestes a rolar sobre a grama verde de alguns estádios de futebol espalhados pela Rússia – a nação hospedeira da Copa do Mundo.

  • Ah, se o asfalto falasse!

    Eu sou o asfalto. Quem não me conhece? Quem por mim não transita ou alguma vez já transitou e sentiu leveza e comodidade? Eu sou sinal do progresso; acelero o transporte; facilito as ligações entre as cidades e encurto distâncias entre comunidades

  • Emoção não se descreve. Emoção se vive!

    O futebol é um exemplo de emoção que nem mesmo a tentativa de usar as palavras mais precisas consegue explicar. Neste esporte, “se empate, se perde e se ganha”. Muitas vezes pequenos detalhes fazem a diferença e em outras a lógica não conta. Por essas e outras é que o tornam sui generis. Até o apito final tudo pode acontecer.

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