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Blog de Jaime Folle

Geral

Jaime Folle

Formado em Administração, pós-graduado em Contabilidade e mestre em organização e direção de empresas e em Gestão de Desenvolvimento.

Escritor com três livros publicados, Jaime Folle trabalhou por 30 anos como professor universitário e palestrante. 

 

  • Síndrome do coitadismo

    Por Jaime Folle
    Foto Divulgação

    A síndrome do coitadismo é um fenômeno que vem aumentando consideravelmente nos últimos tempos no Brasil, autoestima baixa, falta de automotivação e até sem qualquer perspectiva de um futuro melhor, ou seja, estão “dominadas” por uma onda de pessimismo generalizada, que atinge velhos e jovens.

    Segundo o professor Alexandre Costa, pedagogo organizacional, vivemos em um país que não gera esperanças para quem pretende conquistar o crescimento profissional e pessoal através de uma boa formação, um país cuja corrupção cresce de forma avassaladora em todos os níveis e esferas do serviço público e privado. Sei que é muito difícil acreditar em um país em que honesto é sinônimo de otário, isto é, o que importa é levar vantagem em tudo, mesmo que tenha que passar o outro para trás.

    Diante desse quadro fica difícil encontrar a razão ou razões que têm levado tantos jovens a ingressarem em um curso superior e desistir no meio do caminho, porque não sabem se aquela é a carreira profissional que querem ou pior ainda, que muitos terminam o curso e depois não sabem o que fazer.

    Outro fato extremamente assustador é o número de “coitadistas”, que são as pessoas que vivem tomadas pelo sentimento de autopiedade, aprisionadas ao pessimismo, debilitadas mentalmente, que vivem a reclamar de tudo e de todos, sem jamais assumir a responsabilidade ou o comando de sua existência. São incapazes de empreender qualquer esforço para mudar ou reverter o quadro que elas mesmas criaram, porque não acreditam que podem mudar, não acreditam na capacidade de superação, e a forma que encontram prazer é fazendo críticas e se queixando.

    O sentimento de autopiedade é um dos mais nocivos, porque é silencioso e a sua vítima, na maioria das vezes, não percebe que está “doente” e quando descobre não aceita essa condição. Algumas pessoas chegam a chorar quando estão diante de um espelho, sentindo pena de si mesmas, mas mesmo assim não buscam ajuda profissional e nem sequer tentam reagir. É um vício instalado na alma, que pode se transformar em uma doença de caráter, pois vem de pai para filho e pode ter continuidade nas demais gerações se não for interrompido a tempo.

    Até a próxima!

  • Nossa viagem

    Imagine o mundo em que vivemos como se ele fosse uma nave que está em vôo desde o dia em que nascemos e que, ao longo de sua jornada, vai oferecendo muitas atrações aos seus viajantes, como também pode apresentar, durante esta viagem, algumas turbulências.

  • A miséria humana

    Quem lida e estuda com profundidade a miséria humana se torna excessivamente crítico. Tem mais dificuldade em se soltar, em brincar, em sorrir e por isso relaxam menos

  • Cantar faz bem para o espírito

    Faça como os passarinhos, comece o dia cantando. A música é o alimento do espírito, cante qualquer coisa, de qualquer jeito, mas cante! Cantar dilata os pulmões e abre a alma para tudo que a vida oferece.

  • Os negativistas

    Os negativistas, também conhecidos como pessimistas, são todas aquelas pessoas que por índole própria veem o lado negativo dos seres humanos e das coisas. Eles estão sempre criticando e reclamando das situações. Bem antes de quaisquer situações ocorrerem, elas formulam suas opiniões, que na maioria das vezes, não possuem nexo e algumas chegam a ser estapafúrdias e/ou esdrúxulas.

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