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Blog de Diego Sottili Grzybowski

  • Contrastes regionais

    Por Diego Sottili Grzybowski

    Contrastes regionais

    No final da tarde deste domingo muitos erechinenses vibravam pelas ruas a derrota do Internacional diante do Novo Hamburgo na final do Gauchão. O fato poderia ser interpretado como algo normal do futebol, porém considerando que, no mesmo momento, os vizinhos de Chapecó comemoravam o segundo título catarinense consecutivo da Chape, eu sinceramente lamentei muito. Um comportamento voluntário e natural, porém que reflete o perfil dos “bota amarelas” em geral. Bons sabedores entenderão.

    O Novo Hamburgo e a sua coluna dorsal

    Ao todo foram seis jogadores do Novo Hamburgo com passagem pelo Ypiranga que foram campeões gaúchos no último domingo: João Paulo, Júlio Santos, Branquinho, Jardel, Preto e Brida (o lateral esteve no acesso de 2008).

    A coluna dorsal do time foi composta na competição praticamente por atletas que até pouco tempo estavam no Colosso da Lagoa: Júlio Santos (zagueiro), Jardel (volante), Preto (meia) e João Paulo (centroavante). Através desta base que o Novo Hamburgo liderou e conquistou o Gauchão, do início ao fim, literalmente.

    Novo Hamburgo perdeu para o Ypiranga, mas não para a dupla Grenal

    Foram seis jogos contra a dupla Grenal neste Gauchão, e o Novo Hamburgo não perdeu um jogo sequer. Apenas Ypiranga e Cruzeiro conseguiram vencer os campeões.

    A Série C chegou

    No próximo domingo o Ypiranga estreia na Série C do Campeonato Brasileiro diante do Joinville. A semana é decisiva. Após o rebaixamento no Gauchão, nenhum outro resultado interessa a não ser a estreia com vitória em casa, principalmente porque o canarinho tem dois compromissos longe do Colosso da Lagoa em sequência.

    Os veteranos e o Ypiranga de 2015

    A direção canarinho tem ficado receosa quanto à contratação de atletas com “idade avançada” para a disputa da Série C. Ocorre que o Ypiranga de 2015, o qual chegou a liderar o Gauchão e perdeu apenas duas partidas na competição, tinha a sua linha ofensiva composta basicamente por Paulo Baier (na época com 40 anos), Preto (aproximava-se dos 34 anos) e Jean Paulo (33 anos), este último fazendo uma função de um falso 9 ao lado do voluntarioso Saldanha. O próprio Jean Paulo, hoje treinador dos juniores, afirma que aquele foi um dos melhores ataques do Ypiranga nos últimos anos. Acredito que havendo qualidade e profissionalismo não importa a idade do atleta, e a aposta acertada do Grêmio em contratar Léo Moura é só um caso recente que serve de exemplo à direção canarinho.

    Atlântico e Corinthians: o novo clássico do futsal

    A vitória emocionante do Atlântico sobre o Corinthians na última sexta-feira, faltando apenas cinco segundos para o fim do jogo, veio confirmar algo construído nos últimos confrontos entre os dois clubes: o surgimento de um novo clássico do futsal nacional. Vale lembrar que no ano passado o Corinthians arrancou a vitória do Galo no jogo de ida das quartas de final da Liga faltando menos de um segundo para o fim da partida. Na semifinal da Taça Brasil, em março deste ano, o Atlântico deu o troco e venceu o Timão com um gol faltando quinze segundos para o final da prorrogação.

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