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Blog de Igor Dalla Rosa Muller

  • É chegada a hora

    Por Igor Dalla Rosa Muller
    Foto Ígor Dalla Rosa Müller

    É chegada a hora de votar. E escolher quem realmente lhe represente caro eleitor, eleitora. Mas não é somente isso. Esse é um momento de renovar uma cultura e a consciência em relação à realidade política, econômica e social do país. Essa avaliação não pode mais ficar de lado. Temos que assumir a nossa mea-culpa de tudo que vem ocorrendo no país.

    É tempo de começar a mudar a postura como cidadão, não dando as costas para os problemas que nos cercam, acompanhando mais a fundo a política ao longo do ano. Não somente em ano de eleição.

    A tecnologia, internet e redes sociais, estão aí encurtando caminhos e abrindo portas em locais antes inacessíveis à percepção pública. No entanto, devem ser usadas com critério e responsabilidade, já que também é possível sair daí uma fábrica de informações falsas e distorcidas. 

    O desafio é justamente fixar o pensamento e as ações num caminho que realmente dê conta de entender e solucionar os problemas que vêm afetando o conjunto da sociedade. Porque esses entraves têm origem, não caem do céu, tampouco brotam da terra. E o cidadão tem papel fundamental nisso, pois vivencia a realidade todo o dia.

    Quem entende do Brasil são os brasileiros, mas é preciso fazer valer essa percepção e que ela se transforme em ações efetivas. O brasileiro sabe claramente o que ele precisa e do o país necessita para mudar.

    Mas essa transformação não ocorre do dia para a noite, e acho que tem que começar em cada um de nós e pode crescer na medida em que a sociedade se envolver com os rumos do país. Esse é o momento de repensar o que a gente vem fazendo do Brasil e o que queremos para o amanhã.  

    Ser brasileiro não é tarefa fácil, é uma luta diária para sobreviver que consome nossas energias. Por isso a necessidade de rever alguns conceitos para agregar, somar forças não dividi-las.  

    Não precisamos deixar de ser brasileiros para mudar o país. Pelo contrário, é justamente isso que falta, ser e cultivar o que temos de melhor, sem nos menosprezar.   

    É necessário refundar a sociedade com o que temos de melhor e imprimir isso ao país, corrigindo erros, mas resgatando nossas virtudes humanas, sociais, políticas e econômicas. E elas existem, só estão esquecidas.

    Não dá para mudar tendo como ação o autoboicote, como reflexão a negligência da realidade e como orientação a negação da nossa cultura. Não dá mais para adiar isso.  

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