Publicidade

Blog de Igor Dalla Rosa Muller

  • Mês derradeiro para AD Alto Uruguai

    Por Igor Dalla Rosa Muller

    Predebon ressalta que entre os objetivos da AD Alto Uruguai está a captação de recursos estaduais e federais. “Fazer projetos e buscar dinheiro para a região”, salienta. E, acrescenta, “isso é possível contanto que nós tenhamos pessoas para trabalhar”.

    ---------------------

    Sim, infelizmente é isso mesmo. Junho é o mês derradeiro para Agência de Desenvolvimento do Alto Uruguai (AD Alto Uruguai). Ou vai ou racha. Essa é a realidade e o atual momento em que vive a entidade de fomento econômico e social da região. Não precisava ser assim, mas é desse jeito que é.

    No entanto, a AD ainda não entregou os pontos e ainda luta para reverter a situação. Já passou da prorrogação, está nos 55 minutos do segundo tempo e tem forças para brigar pelo resultado positivo.

    Acredito eu, que sua persistência está calcada na percepção clara, objetiva e certa do seu atual presidente Eduardo Predebon de que a agência pode dar muito mais frutos do que já deu. Que pode contribuir e auxiliar no desenvolvimento do Alto Uruguai. Ser o plus a mais, desculpe a redundância caro leitor.

    E isso é contagiante. É isso o que mais precisamos, de pessoas que acreditem e lutem pela região, por esse “espírito público” que reivindica a ação conjunta o trabalho coletivo e a cumplicidade de ideias e ações, por um denominador comum no desenvolvimento regional.

    Em última análise o que a região mais precisa para se desenvolver? Dinheiro! Então, é ou não importante ter uma agência que elabore projetos e busque recursos estaduais e federais? Sim ou não? Essa matemática me parece clara.

    Se cada município da região der R$ 1 mil já teríamos aí R$32 mil para compor uma equipe com quatro pessoas. Será suficiente? No entanto, cabe uma observação, a maior cidade da região que é Erechim tem que contribuir com no mínimo R$ 10 mil, senão mais. 

    Por quê? Simples, Erechim é referência, tem maior potencial econômico e tudo converge para ela.  Sem a integração do Alto Uruguai Erechim está isolada e estagnada, não tem como pensar em crescer e se desenvolver. Quanto mais forte for a região maior será Erechim.

      

  • Cadê o estadista?

    Cadê o estadista, que chama a responsabilidade para si e vai à luta? Este é o máximo que consegue fazer?

  • Qual é o problema?

    Da onde sai o dinheiro para pagar as contas dos políticos?

  • Para além

    A população brasileira deveria considerar outra opção para além de Lula, para além de Temer e para além da Justiça

  • Complexo de vira-lata

    Buscar reconhecimento numa plateia estrangeira, este é o legítimo complexo de vira-lata

  • Negar e falsificar?

    Acho que não falta opinião nos brasileiros sobre o que é bom para o Brasil e a economia, ou saúde, educação e cultura. Enfim, qualquer assunto. Tem opiniões esdrúxulas, insanas, absurdas, mas se passar a peneira para o que realmente importa, o resultado será útil e positivo, se encontrará comentários relevantes e pertinentes. O problema não está aí. Se prevalecesse a opinião identificada com as necessidades dos brasileiros, e esta avaliação fosse utilizada para decidir sobre as questões mais importantes, o Brasil seria uma nação de primeiro mundo. Não tenho dúvida disso. O reflexo dessa transformação seria construtiva, efetiva e com o passar dos anos avassaladora. O Brasil está travado. Pode até cantar, mas dentro da gaiola, com espaço limitado, restrito, predefinido. Quando se fala em avançar tem que levar junto as correntes, que nos agrilhoam à práticas ultrapassadas, que não estão abertas ao diálogo. Falta a percepção local, a racionalidade brasileira, o sentido da terra, a visão que identifica a mudança, questiona e aponta para o novo. E, de modo algum estou falando em apagar o passado. Muito pelo contrário, valorizá-lo e resgatá-lo cada vez mais. Por exemplo, para a cidade crescer não precisa derrubar os prédios antigos, mas sim, restaurá-los e deixá-los acessíveis ao público, identificando-os como a origem, o começo de tudo, a base para a história atual com seus personagens, curiosidades, razões e sentimentos. Assim como a cultura indígena, presente na nossa alimentação diária. Falta dar crédito à cultura local, à necessidade de cada município e região, mas principalmente, ouvir e agir conforme a avaliação, o conhecimento que analisa pelo ponto de vista do Brasil e indica mudanças construtivas, favoráveis ao país. Outro exemplo é a economia, assunto complexo e abrangente, que aceita muitos pontos de vista e práticas. Área de difícil entendimento e aplicação, mas ainda um fenômeno humano, cultural, que pode ser adequada à realidade brasileira. Décadas se arrastam e o Brasil patina em questões básicas da sociedade? Pessoas vivendo em lixões? Pobreza generalizada? Epidemias? Índice de violência de guerras? Economia estagnada? Falta de infraestrutura? E o Brasil está entre os 10 países mais ricos do mundo. Muita coisa é e já foi dita por especialistas e estudiosos sobre a realidade brasileira, mas o ponto central é qual destes defendem pontos de vista que tem por princípio construir autonomia política, econômica, social e cultural? Este conhecimento existe? Onde está? Por que não é colocado em prática e se entranha nos rumos do país? Nações superdesenvolvidas usam juros baixos ou negativos na economia, por que aqui tem que ser os mais altos do mundo? Por que não há trens para transporte de carga e passageiros? A reforma da Previdência vai corrigir os absurdos e distorções ou vai achatar ainda mais o trabalhador? O que afinal prevalece? Será nosso destino falsificar a realidade e negar cada suspiro de mudança construtiva?

  • Pelas tabelas

    O problema é que a defasagem acumulada entre 1996 e 2017 já chega a quase 90%, mais precisamente 88,4%

Blog dos Colunistas

Publicidade

Horóscopo

Aquário
21/01 até 19/02
A fase lunar nova ocorre no setor de relações...

Ver todos os signos

Publicidade