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Esportes

Ypiranga recebe o Joinville pela primeira rodada da Série C

Por Giulianno Olivar - jornalismo@jornalbomdia.com.br
Foto Giulianno Olivar

A eliminação precoce na Copa do Brasil ficou para trás. O rebaixamento no Gauchão já é passado. No Ypiranga o assunto do momento é a Série C do Campeonato Brasileiro, onde o clube tentará um inédito acesso à Série B após ficar no quase em 2016. Visando reforçar a equipe de acordo com as carências apresentadas durante o estadual, o Canarinho fez uma mudança considerável em seu plantel: 15 jogadores deixaram o clube, enquanto outros nove foram contratados, com o aval do técnico Guilherme Macuglia, para a disputa da terceira divisão. A estreia é neste domingo (14), contra o Joinville, às 15h30 no Colosso da Lagoa.

O que esperar?

Com apenas dois amistosos preparatórios contra o Juventude (derrota por 2 a 1 e empate em 2 a 2), é difícil fazer qualquer prognóstico a respeito deste "novo" Ypiranga. Muitos dos jogadores recém-chegados deverão ser utilizados entre os titulares, como os meias Safira, Pedro Ivo e William Kozlowski e o atacante Parede. No que depender da vontade de Macuglia, no entanto, o Canarinho tem que pensar grande e não abdicar da luta pelo acesso. "Temos a obrigação de buscar o acesso, é nosso objetivo principal. Para apagarmos o primeiro semestre, temos que pensar dessa maneira. Todos aqui sabem dessa responsabilidade", crava o treinador, que garante estar confiante no grupo formado pelos que chegaram e pelos que permaneceram no clube. "Estamos otimistas, são jogadores que fizeram bons campeonatos em outras equipes, sabemos do potencial de cada um", destaca.

Ataque tem que funcionar

O comandante canarinho, contudo, chama a atenção para um dos principais problemas de sua equipe ao longo da campanha que culminou na queda à segunda divisão estadual: o ataque. "É nossa obrigação melhorar esse setor, já que os números mostram bem a dificuldade que tivemos. Dentro daquilo que cada setor tem que fazer no campo, esse foi o que menos conseguiu dar uma resposta positiva", avalia Macuglia, assegurando que os reforços foram trazidos com base nessas carências observadas. "Algumas deficiências já melhoraram nos treinos. Não fomos efetivos em bola parada no Gauchão, tentamos trazer jogadores com aproveitamento melhor na batida e na bola aérea", ressalta.

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