Publicidade

Esportes

Atlântico vence e garante a liderança

galoo.JPG
Por Kaliandra Alves Dias
Foto Kaliandra Alves Dias

Apesar do frio da noite desta quarta-feira (16), o torcedor do Atlântico compareceu ao Caldeirão do Galo e assistiu a vitória da equipe contra a Assoeva por 4 a 3. Em partida válida pela Liga Gaúcha, os dois times voltaram a se reencontrar. E quando se trata de clássico, é emoção do início ao fim.

A Assoeva marcou o seu gol com Vini Scola, mas após o árbitro marcar uma falta, Keké cobrou e empatou. Com o empate momentâneo, o Atlântico passou controlar a partida, o gol da virada foi marcado depois de Cabreúva cobrar um lateral. Livre de marcação, Jé chutou de primeira e balançou as redes. Embora estivesse atrás do placar, a Assoeva não se impôs. Com uma jogada iniciada pelo lado direito, Boni aproveitou que Careca estava adiantado e chutou. Atlântico 2 a 2. Mas o clássico entre o Atlântico e a Assoeva ficou mais emocionante após Careca defender o tiro livre cobrado por Batata.

No segundo tempo, o time de Venâncio Aires marcou o terceiro gol com Caio Júnior. Motivados pelos principais jogadores do time de Erechim, a torcida começou a cantar e incentivou o time. O Atlântico chegou ao gol de empate com Café. A Assoeva teve Caio Júnior expulso, e com um jogador a mais, o Galo pressionou. Se o gol da vitória demorou para trazer alívio ao torcedor, o goleiro Careca deixou a partida mais emocionante. Com defensas importantes, o número 1 foi o grande nome na segunda etapa. Pelo lado do Atlântico, Jé também foi expulso. Mas quem fez o Caldeirão ferver foi Café, que após uma cobrança de tiro livre balançou as redes e decretou a vitória do Atlântico.

O apoio do torcedor e a garra da equipe foram enfatizados pelo técnico Giba. “Ver o Caldeirão da forma que vemos nas últimas partidas é importante. Isso que vai fazer o Atlântico mais forte dentro de casa”. Mas as vitórias do Galo em sua casa, também transformam o time de Erechim a ser “batido” pelo adversário. “Essa identidade que o time criou não pode ser perdida. Eu, Keké, Café, Ângelo, Nenê e Lucão não perdemos nenhum jogo aqui. Quanto mais se estender essa invencibilidade, melhor será para o momento que vivemos”.

Leia também

Publicidade

Blog dos Colunistas