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Estado

Respeitamos manifestações democráticas, mas o Rio Grande não pode parar, afirma Sartori

Por Assessoria de Imprensa
Foto Divulgação

O governador José Ivo Sartori enfatizou, no final da tarde desta terça-feira (29), que respeita as manifestações democráticas, mas a população não pode ser penalizada por tanto tempo pelo desabastecimento ocasionado pela paralisação de caminhoneiros, que já dura nove dias.

"O Rio Grande não pode parar. Faltam insumos para tratamento da água, gás, oxigênio para hospitais, alimentos e combustível. Apelo à boa vontade dos caminhoneiros e empresários do transporte para que a crise não seja ainda maior e que possamos encontrar um caminho de superação", afirmou Sartori durante a divulgação do balanço atualizado de resultados da atuação do Gabinete de Crise instituído pelo governo do Estado, no Departamento de Comando e Controle Integrado (DCCI) da Secretaria da Segurança Pública.

Cerca de 218 postos de combustíveis foram abastecidos desde domingo até o final da tarde desta terça. Em Porto Alegre, foram 78. Os caminhões escoltados transportaram combustível para 43 municípios.

O Exército e a Força Nacional já atuam no acompanhamento de transporte de querosene para aeroportos. A partir desta terça, corredores de segurança nas rodovias estaduais começaram a garantir o deslocamento de caminhoneiros que pretendem retornar ao trabalho. O escoamento da produção é outra prioridade nos procedimentos articulados com a Brigada Militar.

Para o general de Exército do Comando Militar do Sul (CMS), Geraldo Antônio Miotto, que opera com 54 mil homens no Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, o momento é de dar um basta frente às paralisações que prejudicam a sociedade. "Chegou o momento do limite do caos, e quem está sofrendo com isso é o pequeno produtor, que não consegue escoar a produção. No entorno das pequenas cidades do interior, não há condições de estocagem", ressaltou.

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