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Erechim

Secretário recebe coordenação do curso

Secretário de saúde recebe a coordenadoria do curso de Medicina

Por Assessoria de Imprensa
Foto Divulgação

Na tarde de quinta-feira (5), o secretário de saúde, Jackson Arpini e a diretora de Ações e Serviços de Saúde, Elenise Dalló, receberam o Dr. Sérgio Bigolin, coordenador e a Dra. Miriam Salete Wilk Wisniewski, coordenadora pedagógica, ambos do curso de Medicina, da URI Campus de Erechim.

Na oportunidade debateram assuntos comuns, tendo em vista a proximidade das instituições na efetivação do curso. Os representantes realizaram uma avaliação dos primeiros quatro meses, a implantação do Contrato Organizativo de Ação Pública Ensino Saúde (COAPES) e sua respectiva composição, cursos de capacitação/treinamento para os profissionais que atuam no SUS, necessidades prioritárias, preceptoria, projetos futuros e a recente iniciativa de buscar a certificação da FHSTE em Hospital de Ensino (HE).

No início do ano, após transpor todas as etapas do processo seletivo (edital 003/2013 e 006/2014), do Ministério da Educação, Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (SERES), a URI – campus de Erechim deu início às aulas do curso de medicina, no âmbito do programa Mais Médicos.

“Com 55 vagas o curso está acontecendo em plena sintonia da Instituição de Educação Superior (IES) com a Secretaria Municipal de Saúde, segundo diretrizes do programa. Os acadêmicos estão frequentando, além das salas de aula da IES, os espaços acadêmicos do sistema público de saúde (UBS), em consonância com o projeto pedagógico apresentado e aprovado pelo MEC”, destaca o secretário.

As lideranças foram unânimes na importância da interlocução permanente entre as instituições pública e privada, no sentido de avaliar e monitorar o andamento do curso e na perspectiva de que em seis anos a rede municipal de saúde terá 330 acadêmicos atuando nos espaços SUS, e contribuindo para a qualificação das ações e serviços de saúde de Erechim e região.  

Para o secretário o encontro reforça o estreito diálogo que existiu na construção coletiva do curso de medicina. “Estamos irmanados desde os passos iniciais e essa interlocução, próxima e permanente, se faz necessária em todos os 12 semestres letivos”, finaliza.     

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