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Blog do Neivo Zago

Nojo do nojo que dá!

Nojo! Nojo! Nojo!

Por Neivo Zago
Foto Divulgação

O cotidiano perverso de certas relações humanas espúrias tem como função precípua salvaguardar interesses, promover apadrinhamentos, acomodamentos, protecionismos, nepotismos, enriquecimento ilícito e uma gama de atitudes que não mais envergonham os seus autores. Nada mais do que vemos, ouvimos, lemos e testemunhamos nos surpreendem. O pior: não temos nada a fazer senão nos indignarmos e expressarmos a nossa OJERIZA, ou melhor, NOJO mesmo!

Quando nós pensamos que já vimos o suficiente, nos enganamos. Basta acompanharmos a imprensa nos seus mais variados canais para vermos o quanto a mente maquiavélica de pessoas pode arquitetar planos diabólicos. De modo geral, esses esquemas estão ligados à corrupção nas mais diversas nuances, mas sempre envolvendo a busca insaciável do poder e do ter.
Por isso, tenho nojo e não aguento mais ouvir que tanta corrupção grassa solta nas esferas federal, estadual e municipal e outras instâncias não descartando instituições particulares;
Tenho nojo dos partidos políticos, independentes de qualquer sigla, sejam mais ou menos importantes, de porte médio, grandes ou nanicos que simplesmente existem ou se coligam para conseguir vantagens espúrias como dinheiro público;  

Tenho nojo de candidatos a vereadores que depois de eleitos assumem outras funções na administração com o intuito de abrirem uma vaga para um suplente do seu partido. Tenho nojo ainda de políticos que fazem do seu ofício uma profissão como que não fossem competentes para fazer outra atividade; ainda, nojo dos que mudam de partido apenas para receberem cargos, mesmo não tendo competência para tal. Tenho nojo dessa podridão de políticos safados, dentre os quais, o presidente da Câmara (suspenso) e o atual, (incompetente), por suas condutas suspeitas. 

Tenho nojo de autoridades lenientes que soltam corruptos presos, mesmo baseados em provas palpáveis e cabíveis alegando que a detenção causou constrangimento às vítimas. Será que as “eminentes” figuras não lembram que na hora de praticarem a ilegalidade elas não tinham consciência e não sabiam o que faziam? Ora, convenhamos!

Tenho nojo de empresários e de empreendedores que parecem ter no lugar das pupilas cifras monetárias (como o tio Patinhas). Suas vidas parecem unicamente voltadas ao dinheiro e às posses. O ser (pessoa), não lhes importa muito e a leitura das mazelas e agruras do povo sofrido também não lhes diz respeito. Oxalá, eles refletissem o que o Papa Francisco lembrou certa vez: “Você já viu um caminhão de mudanças participando de um enterro”? 

Tenho nojo de pessoas incluindo meus pares que mostram indiferença em relação à realidade; de não fazerem mais do que é a sua obrigação (feijão com arroz) e serem insensíveis em relação ao trabalho voluntário e que nenhuma pessoa é ilha e sim precisamos viver em função dos seus semelhantes.

Tenho nojo desses governos que por desculpa de ter sido decido por anteriores decretam aumento de proventos para algumas classes privilegiadas em detrimento de outras que penam recebendo baixos salários, quando não parcelados; 

Tenho nojo de certos profissionais considerados pelo povo elite e status que cobram valores abusivos por seus atendimentos e procedimentos não importando se seus clientes podem ou não arcar, e que há também outras profissões nobres que sequer são reconhecidas como tal.

Teria ainda mais nojos para arrolar nesta lista. Sei que esses também podem ser os seus, ou até poderiam ser outros os nojos dos meus amigos e leitores Elói Mósena, Guilherme Barb, de você leitor eventual, ou silente e assíduo deste espaço. Não somos os únicos. Menos mal, que não ainda nos resta a capacidade de indignação, mesmo sabendo que não podemos mudar o mundo. Omitirmo-nos nunca!

Recebi comentários positivos da Eunice e da Ir. Estelita. Esta, em relação ao texto anterior lembrou duas pessoas importantes. Sua mãe dizia que “a gratidão é a flor mais linda do jardim da humanidade”. E da fundadora Madre Bernarda: “A gratidão, o obrigado, o Deus lhe pague deviam ser como uma música, que estivesse sempre soando em todos os ambientes de nossas casas”. Um agradecimento ainda à Paula do BD.

Finalmente: YPIRANGA, NOTA DEZ FRENTE AO FLUMINENSE. E AGORA OS TORCEDORES DO “TEMPO DOS FIGOS AMIGOS” VÃO AO ESTÁDIO, ou falta o quê?

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