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Blog do Dennis Allan

Tal Pai, Tal Filho? Nem Sempre!

Por Dennis Allan

Geralmente, a vida de uma pessoa reflete sua criação. Até um provérbio bíblico diz: “Ensine a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho não se desviará dele” (Provérbios 22:6). Mas os provérbios são afirmações de verdades gerais, e não regras absolutas e sem exceção. Em outros lugares na Bíblia, o Senhor mostra a realidade de exceções. Consideremos três maneiras que ele usa para ensinar essa possibilidade:

 

  1. Desafios lançados. Se fosse verdade absoluta que filhos seguem o caminho dos pais, muitos apelos bíblicos não fariam o mínimo sentido. Por que chamar as pessoas a escolherem entre a vida e a morte se seu caminho fosse predeterminado pelos pais? Mas Moisés, Josué, Jesus e outros lançaram tais desafios, mostrando que cada pessoa decide fazer o bem ou o mal (Deuteronômio 30:15-20; Josué 24:15; Mateus 7:13-14).
  2. Ensinamento específico sobre o assunto. Ezequiel 18 é, na minha opinião, o texto bíblico mais claro sobre essa questão. Deus faz distinção entre pai e filho, tratando cada pessoa individualmente e condenando o pecador: “Eis que todas as pessoas são minhas. Assim como a pessoa do pai, também a pessoa do filho é minha. A pessoa que pecar, essa morrerá” (Ezequiel 18:4). No mesmo texto, o Senhor continua com uma ilustração de três gerações onde cada pessoa decide fazer, ou não, a vontade de Deus. O primeiro homem é fiel, o filho é rebelde, e o neto, fiel. Depois de falar dessas três gerações, ele reforça a afirmação inicial: “A pessoa que pecar, essa morrerá. O filho não pagará pela iniquidade do pai, nem o pai pagará pela iniquidade do filho. A justiça do justo ficará sobre ele, e a maldade do ímpio cairá sobre este” (Ezequiel 18:20). No resto do capítulo, ele mostra a possibilidade do arrependimento, tanto do justo como do pecador. Cada um decide.
  3. Exemplos históricos. Quatro gerações dos reis de Judá servem para ilustrar a possibilidade de pais e filhos mostrarem atitudes diferentes (esses registros se encontram em 2 Reis 18-23 e 2 Crônicas 29-35). Ezequias foi um rei bom. Seu filho Manassés foi terrível, mas se arrependeu nos últimos anos da sua vida. Apesar do arrependimento de Manassés, seu filho Amom não serviu a Deus. Porém, seu filho Josias foi um dos melhores reis da história do povo de Judá.

 

A tendência natural é de filhos seguirem o exemplo e o ensino dos pais, mas não é uma regra absoluta. Cada um decide seu próprio caminho.

 

www.estudosdabiblia.net

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