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Blog de Dennis Allan

Geral

Dennis Allan

Dennis Allan é Formado em Comunicação pela Northern Illinois University (EUA).

Trabalha com ensinamento bíblico (palestras, administração do site www.estudosdabiblia.net, edição de livros e revistas de ensinamento da Bíblia.

É um trabalho independente, não vinculado a nenhuma denominação ou instituição religiosa. Escreve sobre a Bíblia -- história, interpretação e aplicação prática.

  • Salmo 77 - Que Deus é tão grande?

    Por Dennis Allan

    Angustiado ao ponto de não conseguir dormir, Asafe compôs o Salmo 77 para afirmar sua confiança em Deus nos momentos mais difíceis da sua vida. Enquanto alguns dos hinos de Asafe tratam de assuntos de interesse nacional, o tom do Salmo 77 é pessoal, descrevendo a angústia que o próprio autor enfrentava. Ele não explica a circunstância, mas revela seu coração e lembra da grandeza do Deus que cuidava de Israel.

    Esse Salmo se divide em duas partes principais. Na primeira, o autor descreve sua profunda tristeza e dificuldade em compreender o motivo do seu sofrimento (versos 1 a 9). Na segunda, o foco está em Deus como o poderoso salvador do seu povo (versos 10 a 20).

    Talvez a maior lição prática desse Salmo venha dos primeiros dois versos:

    “Elevo a Deus a minha voz e clamo, elevo a Deus a minha voz, para que me atenda. No dia da minha angústia, procuro o senhor; erguem-se as minhas mãos durante a noite e não se cansam; a minha alma recusa consolar-se” (Salmo 77:1-2).

    Quando passamos por momentos especialmente difíceis de desânimo ou até depressão, onde procuramos ajuda? É comum mergulhar-se na tristeza e isolar-se de outras pessoas ou procurar algum alívio em bebidas ou outras drogas. Mesmo algumas pessoas que professam fé no senhor tendem a esquecer de Deus e fugir da sua presença nos momentos de angústia. Não foi o procedimento de Asafe. Mesma nas noites mais difíceis de insônia, ele procurava o senhor.

    A sua busca não trouxe consolação imediata. Quanto mais Asafe pensava em Deus, mais frustrado ficava. Onde estava o senhor quando Asafe sofria? Deus havia rejeitado seu servo por algum motivo? Se era isso, seria essa rejeição total e final?

    “De noite indago o meu íntimo, e o meu espírito perscruta.

    Rejeita o senhor para sempre?Acaso, não torna a ser propício?

    Cessou perpetuamente a sua graça? Caducou a sua promessa para todas as gerações?

    Esqueceu-se Deus de ser benigno? Ou, na sua ira, terá ele reprimido as suas misericórdias?” (versos 6 a 9).

    Uma característica do trabalho de Asafe é sua sinceridade em confrontar suas próprias dúvidas e dificuldades. Nesta primeira fase do processo, ele até chegou a pensar que Deus havia mudado! Como diz na versão Nova Almeida Atualizada: “Então eu disse: ‘esta é a minha aflição: o poder do altíssimo não é mais o mesmo’” (verso 10).

    Mas Asafe não terminou o Salmo com suas dúvidas, nem com suas conclusões iniciais. A busca continuou, e ele se lembrou das grandes obras realizadas por Deus no passado, especialmente do trato especial dado ao povo escolhido. Ele fala das grandes obras realizadas por Deus e pensa no caráter divino:

    “O teu caminho, ó Deus, é de santidade. Que deus é tão grande como o nosso Deus?

    Tu és o Deus que operas maravilhas e, entre os povos, tens feito notório o teu poder” (versos 13 e 14).

    Nas obras de Deus, Asafe enxergou a santidade e a onipotência como atributos principais do senhor. O poder de Deus faz a terra tremer e os abismos se abalarem, mas o mesmo Deus trata com carinho seu povo escolhido. Ele salvou a nação de Israel (verso 15) e guiou os escolhidos por meio de Moisés e Arão (verso 20).

    Asafe não revela o motivo da sua ansiedade, mas ele deixa claro que achou a resposta em Deus. As nossas provações podem vir de muitas direções diferentes. O que importa não é a fonte da angústia, e sim a nossa reação. Que façamos como Asafe, buscando e encontrando as respostas em Deus.

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    A fórmula adotada por Jesus nas frases iniciais do Sermão do Monte se encontra em vários dos Salmos, entre eles o Salmo 41: “Bem-aventurado o que acode ao necessitado, o SENHOR o livra no dia do mal” (verso 1; compare com as bem-aventuranças em Mateus 5:3-12). Com esta frase, Davi começa esse hino sobre o cuidado que Deus oferece aos fiéis, mesmo nos momentos mais difíceis da vida. A citação do verso 9 nos comentários de Jesus sobre a traição por Judas Iscariotes injeta nesse cântico um elemento messiânico (João 13:18; Mateus 26:23; Marcos 14:18-20).

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