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Blog de Gilberto Jasper

Geral

Gilberto Jasper

Gilberto Jasper é jornalista formado pela Unisinos e atua na área de consultoria e assessoria de comunicação.

Escreve no Jornal Bom Dia sobre assuntos gerais, geralmente sobre comportamento, política e família.

  • Um convite de irmão

    Por Gilberto Jasper
    Foto Divulgação

    Um amigo de longa data adotou um gesto que somente os grandes parceiros são capazes: me convidou – juntamente com a minha esposa – a passar o feriadão de Carnaval em sua casa de praia. E não se trata de uma moradia qualquer. É um imóvel espaçosa, confortável. Para completar, a moradia localiza-se a poucos metros do mar numa praia pequena, calma e sem a zoeira dos grandes balneários. O convite, que é uma reiteração de vários anos anteriores, desta vez foi aceito.

    Bastou dar o ok para que minhocas brotassem às dezenas em minha cabeça. Uma delas é o enfrentamento do trânsito que vai se transformar num inferno a partir de quinta-feira quando muita gente “enforca” o expediente vespertino. Justamente para fugir dos congestionamentos do dia seguinte que se multiplicam como capim no verão.

    Há muitos anos tornei-me arredio a idas ao litoral por rápidos períodos. Os gastos, a tumulto das grandes praias e o estresse que culmina com a comemoração de retornar para casa no domingo à noite me fizeram um ex-praieiro.

    Por décadas fiz o “bate-volta”, a maratona de sair às sextas-feiras e retornar domingo à noite ou na segunda-feira pela manhã. Com a idade, porém – “típica coisa de velho” diria a gurizada, com razão – me tornaram um recluso urbano durante o verão, adepto do ar condicionado, do churras caseiro e da cerveja gelada.

    Como já referi neste espaço, depois de cinco anos sem folga me animei a tirar 10 dias de férias no litoral gaúcho. Peguei outra vez o gostinho da beira d’água. Sim, sendo água do Caribe ou o famoso Nescau gaudério, tomar um banho de mar, para mim, é uma espécie de descarrego das energias negativas. Um mergulho

    De agora até sexta-feira terei tempo suficiente para montar uma estratégia logística e mental para enfrentar o feriadão e seus desafios. Milhões de gaúchos farão o mesmo, embora a esmagadora maioria sequer calibre os pneus, hábito que adotei a cada reabastecimento com ótimos resultados na vida útil do equipamento.

    Ainda não espiei a previsão do tempo. Será um contingente respeitável de apreciadores de comes e bebes que, em caso de chuva, elevarão peso e níveis de colesterol. Mas cá entre nós: é preciso desapegar de algumas vaidades para gozar a vida, driblar o massacre da rotina e compartilhar de momentos inesquecíveis com verdadeiros irmãos que a vida me legou.

    Lá pela quinta-feira pretendo ler o noticiário que trata das previsões do número de veículos na free-way. Fazer o que? Temos dois meses de praia e todos merecem aproveitar!

  • 2018, oportunidade única

    Reza o ditado: toda a tragédia traz lições. Em termos políticos, levado ao pé da letra esta máxima, certamente teremos um aprendizado sem precedentes com base dos dois últimos anos

  • Dicotomias da vida

    A vida é feita de pequenas alegrias, mas que parecem momentos repetidos e que, por isso, muitas vezes nos impede de conferir o devido valor. No último final de semana perdi um amigo de 40 anos. Ele tinha os mesmos 57 anos de idade.

  • 2018, a redenção

    Escrever sobre política é sempre temerário. Não apenas pela polêmica que cerca o assunto, mas pelo dinamismo do noticiário que parece o céu: a gente olha e está de um jeito, mas dez minutos depois, tudo pode ter mudado.

  • Ser homem

    Não é fácil ser homem. Aos 57 anos digo que nunca foi tão difícil ser homem. Nem falo daqueles homens da minha geração, forjados sob os mais condenáveis princípios machistas, inclusive para aqueles tempos idos.

  • Fronteira esquecida

    Domingo assisti à enésima reportagem sobre as fronteiras do Brasil. Contrabando de veículos e eletrônicos, tráfico de armas e de pessoas. Tudo de pior chega ao país através de uma inexplicável conivência oficial. Ok, são 17 mil quilômetros de fronteira, mas o descaso é flagrante, não existe prioridade para combater esta chaga.

  • Cumplicidade

    Um colega de trabalho comemorou a chegada do primeiro filho. Dei os cumprimentos e, como sempre, tentei me imaginar numa aventura como estas neste momento. Com filhos de 21 e 23 anos, muitas coisas mudaram, novos desafios surgiram.

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