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Blog de Jaime Folle

Geral

Jaime Folle

Formado em Administração, pós-graduado em Contabilidade e mestre em organização e direção de empresas e em Gestão de Desenvolvimento.

Escritor com três livros publicados, Jaime Folle trabalhou por 30 anos como professor universitário e palestrante. 

 

  • Os negativistas

    Por Jaime Folle
    Foto Divulgação

    Os negativistas, também conhecidos como pessimistas, são todas aquelas pessoas que por índole própria veem o lado negativo dos seres humanos e das coisas. Eles estão sempre criticando e reclamando das situações. Bem antes de quaisquer situações ocorrerem, elas formulam suas opiniões, que na maioria das vezes, não possuem nexo e algumas chegam a ser estapafúrdias e/ou esdrúxulas.

    Interessante é observar que existem dois lados do negativismo: aquele em que as pessoas pura e simplesmente esperam de tudo o pior, seja por ignorância, medo, vaidade, inveja ou apenas por contrariedade e, aquele lado das pessoas movidas pelo intelecto calculador, cujos valores ético-morais societários elas refutam.

    Estas últimas se incluem naquela categoria dos sectários que abraçam a filosofia pessimista, uma doutrina segundo a qual o mal predomina sobre o bem, valendo mais ter do que ser.

    No caso dos negativistas comuns, ou seja, aqueles que saem da população, do cotidiano, são facilmente encontrados nos bares, nos lares, no trabalho, nos clubes e até mesmo em manifestações públicas. Nem sempre eles se manifestam abertamente, ou seja, explicam de forma clara que são contrários a certas posições.

    Em certa ocasião, decidiram realizar uma corrida de sapinhos: eles tinham que subir numa grande torre. Começou a competição. A torcida, formada por animais de várias espécies, era grande. Boa parte dela gritava: “Não vão conseguir. Não vão conseguir.” Os sapinhos iam desistindo, induzidos por aquilo que estavam ouvindo, com exceção de um... esse continuava subindo.

    No ar o eco se espalhava: “Vocês não vão conseguir...” Ao final da competição, só restava um. Todos queriam saber o que havia acontecido. E foi quando perguntaram ao sapinho como ele tinha conseguido chegar até o fim é que descobriram que ele era surdo.

    Moral da história: quando queremos fazer alguma coisa para a qual precisemos de coragem, não devemos dar ouvidos às pessoas cheias de negatividade, que querem nos induzir a pensar como elas e a fazer-nos, assim, desistir dos nossos propósitos ou ideais.

    Portanto. Fiquemos surdos a tais pessoas!”

    Obs. (Algumas citações acima são de autores diversos)

    Até a próxima.

  • A justicialização no Brasil

    Não é de meu perfil dissertar sobre temas desta natureza, porém não pude me furtar em escrever sobre a justicialização no Brasil, pois suponho que não há um setor da vida nacional em que a justiça não esteja colocando suas leis e suas normas.

  • Tolerância e aceitação

    Tolerância é a aceitação do outro como ele é, de forma a jamais impor seus conceitos sem antes observar os conceitos do outro

  • Cérebro dependente

    Da forma empírica do passado, as engrenagens das máquinas foram cedendo espaços para um sistema de automação tão grande, que hoje os cientistas estão pesquisando se este sistema está ajudando ou prejudicando os seres humanos, pois a grande maioria desses seres estão diminuindo os sentimentos, virando verdadeiros cérebros dependentes.

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