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Blog de Jaime Folle

Geral

Jaime Folle

Formado em Administração, pós-graduado em Contabilidade e mestre em organização e direção de empresas e em Gestão de Desenvolvimento.

Escritor com três livros publicados, Jaime Folle trabalhou por 30 anos como professor universitário e palestrante. 

 

  • Mente dependente dos celulares

    Por Jaime Folle

    Por acaso você não está usando seu celular para ler este texto? Se não estiver, com certeza ele deve estar aí do seu lado. É impressionante a dependência que temos destes aparelhos e o que fizeram de nossa vida.

    Os celulares estão presentes no nosso dia a dia e contribuem em diversas tarefas, desde atividades simples, como o despertador, até nos conectar com outras partes do mundo, em questão de segundos. Lembro-me que antes dos celulares, muitos deixavam de ir a um compromisso social porque tinham que aguardar uma ligação telefônica do velho telefone fixo.  

    Porém, no início, quando ele foi criado, sua única função era realizar ligações. Aos poucos, ele foi ganhando funcionalidades e se modernizando para atender às necessidades cada vez mais exigentes dos tempos atuais.

    Nossa dependência com estes aparelhos de comunicação são tantas que acordamos com o celular na mão e até na hora de dormir damos aquela última olhadinha para ver os últimos toques, praticamente ele não sai do nosso lado. Carregamos esses aparelhos para todos os lados e constantemente os conferimos, seja para verificar os e-mails, ver mensagens do WhatsApp, acessar as redes socais ou nos distrair com joguinhos. Quase 80% das pessoas passam o dia inteiro ligados aos celulares e checam antes de dormir e ao acordar.

    É claro que existe o lado bom e o lado ruim no uso excessivo dos celulares, assim como trazem inúmeros benefícios para as nossas vidas, como nos conectar às pessoas distantes, porém ficamos presos as suas funções. O que a Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta é sobre o vício e a dependência destes aparelhos.

    O vício está instalando quando o usuário não consegue mais viver por um período de tempo, tipo meio-dia sem o celular, isso já justifica uma psicodependência excessiva e requer cuidados futuros, para não desenvolver outras síndromes, como a do esquecimento.

    Fazer uso desta ferramenta importantíssima dos novos tempos, é extremamente necessária, a questão é diferenciar o uso do abuso, pois em ambas as situações pode ser prejudicial se não tomarmos cuidado, é tipo a diferença entre o veneno e o remédio. A diferença entre o veneno e o remédio é a dose. Com os celulares, não é diferente conforme o uso do celular ele pode ser um bom remédio ou um letal veneno.

    É uma boa discussão para os novos tempos tecnológicos, que estão apenas começando.

    Até a próxima!

     

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