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Blog de A Voz da Diocese

  • Na escola da vida

    Por A Voz da Diocese

    Estimados diocesanos. O mês de janeiro, no hemisfério sul, está associado ao calor do verão, às férias escolares, às férias do ambiente de trabalho. Muitos pais e mães procuram fazer deste período uma oportunidade maior de convivência familiar, mesmo que isto possa representar um “estar a serviço da família”, ou dos “pequenos”.

    Em cada etapa da vida, temos oportunidades que são únicas. Também na vida familiar. Se não as vivemos naquele momento, perdemos uma grande oportunidade de construir e estreitar laços afetivos que não serão corroídos pelo tempo, porque alicerçados num amor no qual a vida se faz presente no processo de crescimento humano, afetivo e familiar.

    É louvável o esforço que fazem muitos pais, mães e avós para poderem partilhar alguns dias de convivência familiar entre gerações. Aí a escola da vida está sempre de portas abertas, transmitindo lições que aprofundam os laços familiares, de pertença a uma realidade que tem uma história de vida, feita por pessoas no universo do tempo. As lições de vida que se pode transmitir são aquelas simples, mas enriquecidas com a sabedoria que só o tempo pode nos dar. Através desta breve e intensa convivência de alguns dias, de um verão ou quem sabe de vários, até que a roda da vida nos apresente outros caminhos, com novos desafios, podemos ajudar a transmitir às novas gerações, a beleza, a importância e a riqueza dos valores da família e da convivência familiar.

    Numa sociedade na qual a tecnologia da comunicação tem facilitado muito o envio de mensagens, em que os jovens e as crianças estão bastante conectados, é visível a falta de proximidade entre as pessoas, entre pais e filhos na convivência cotidiana. Vivemos todos muito ocupados, não temos tempo para escutar, para conviver e partilhar os pequenos fatos da vida, principalmente com aqueles que estão descobrindo nos pequenos passos o significado e a importância da vida.

    Que este tempo de férias, de convívio familiar, entre pais e filhos, ajude a aprofundar os laços de amor, ternura e de afeto, que a linha do tempo não apaga. Porque na escola da vida, a gente nunca tira férias. Ela é fonte de sabedoria, como nos lembra a grande poetisa Cora Coralina, em um de seus poemas: “O saber se aprende com os mestres. A sabedoria só com o corriqueiro da vida”.

    Tende todos um bom domingo.

    Dom José Gislon

    Bispo Diocesano de Erechim

  • O protagonismo dos leigos e leigas na vida da Igreja e da sociedade

    Estimados diocesanos. Os cristãos, leigos e leigas, são discípulos e discípulas do Senhor Jesus. São Igreja comunidade de fé, e como tal vivem sua cidadania no mundo, ou seja, assumem sua missão sem limites e fronteiras, através de sua presença comprometida na sociedade, com os valores do Evangelho.

  • Liberdade e responsabilidade

    Estimados diocesanos. A vida de todos nós pode ser continuamente provada pelos diversos acontecimentos do nosso cotidiano, na família, na comunidade ou na sociedade de forma mais ampla. Mesmo que não estejamos envolvidos neles diretamente, podem afetar a nossa vida pessoal e familiar.

  • Sal da terra e luz do mundo

    O contexto da realidade política social que nosso país está passando deve nos questionar como cidadãos, mas também como cristãos. Não podemos ficar na indiferença, ou ser como palha levada pelo vento, seguindo apenas os interesses de grupos econômicos inescrupulosos, que não manifestam compromisso e responsabilidade em relação ao país e ao seu povo.

  • Liberdade e responsabilidade

    Estimados diocesanos. A vida de todos nós pode ser continuamente provada pelos diversos acontecimentos do nosso cotidiano, na família, na comunidade ou na sociedade de forma mais ampla. Mesmo que não estejamos envolvidos neles diretamente, podem afetar a nossa vida pessoal e familiar

  • Amor e fidelidade na missão

    Estimados diocesanos. A cada ano, recordamos e celebramos na igreja a solenidade litúrgica de São Pedro e São Paulo. É um momento muito bonito para lembrar a ousadia de Pedro em responder às perguntas do mestre Jesus e a bravura missionária de Paulo, que soube como nenhum outro discípulo anunciar Jesus às pessoas no mundo urbano do seu tempo, no qual imperava uma religião de muitos deuses e deusas, mas não conhecia o rosto misericordioso do Pai, revelado por Jesus Cristo, o filho do Deus Altíssimo.

  • Alegrar-se com a sua presença

    As celebrações do nosso povo são caracterizadas por diferentes realidades neste nosso imenso País

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