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Blog de Igor Dalla Rosa Muller

  • Eventos: negócios, cultura, vida

    Por Igor Dalla Rosa Muller

    Não dá para ignorar que a abertura do Natal de Erechim deste ano teve algo a mais, e deu um passo no que se pode designar um modelo, já delineando algumas características para os próximos anos.

    A decisão em tornar a CDL Erechim parceira na empreitada foi muito acertada, pois aí já se desenha e desdobra uma pontinha de mudanças esperadas pela população. Esta união traz para o ambiente público a visão empresarial, ágil, focada e determinada. Que para sobreviver no ambiente hostil, que é o mercado brasileiro, tem que ser assim.

    Bom lembrar que a lógica do poder público é diferente do funcionamento do setor empresarial, apesar de estar inteiramente ligados. No entanto, muitas práticas eficientes que geram resultados da gestão privada podem sim ser utilizadas na gestão pública, como por exemplo: resolver hoje e não deixar para amanhã; não ter desperdício de recursos humanos, material, tempo e dinheiro; atender sempre bem o cliente (cidadão), que afinal é a razão de ser da empresa e do poder público, entre tantas outras coisas.

    É muito cedo para falar, mas como disse um dos organizadores do evento, a cidade tem potencial para se tornar centro turístico em poucos anos. E, se de fato esta proposta continuar nos próximos anos isto vai exigir cooperação da população, que acredito já ser favorável às novidades, melhorias, inovações. Enfim, se é para ter novos projetos que tragam bem-estar, desenvolvimento econômico e social ao município a cidade vai apoiar.

    Acho que não há dúvida aí, e isto também já iniciou, basta ver a multidão de pessoas presentes na abertura do Natal 2017. Para mim foi surpreendente.

    Quando falamos em poder público tudo gira em torno das famílias do cidadão, empresas, que são a razão de ser do município e da promoção de qualquer evento. Mas acredito que uma questão surge aqui, não menos importante, aliás, central, ela se refere à continuidade dos projetos ao longo dos anos.

    Ou seja, olhar para o longo prazo requer profissionalização, práticas e métodos independentes da troca de pessoas e gestões. Mais, um grupo afinado seguindo os mesmos princípios e objetivos, trabalhando em sintonia, tendo clareza do bem maior, focado aonde quer chegar para superar o individualismo e todo o tipo de crítica que venha surgir até alcançar o ponto certo: o “produto Natal – Erechim” para ser vendido ao Brasil, mas, principalmente, que seja um espetáculo diário para o cidadão erechinense e da região.  

    Por ser um assunto muito complexo envolve também um olhar ao passado, garimpando iniciativas realizadas anteriormente, que cabem dentro do modelo em andamento. Possivelmente deve haver várias ações que se encaixem e possam colaborar e enriquecer o projeto como um todo.   

    Na minha avaliação de cidadão e espectador, a abertura me encantou, e quando se desperta o interesse cria-se boas expectativas aumentando a cada ano o grau de exigência dos espetáculos. Assim, para o futuro próximo passo a querer mais coreografias, mais músicas, mais show, mais interação, mais vida, porque cultura é vital e faz bem prá cabeça e pro coração. 

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