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Erechim sedia encontro da Rede Ecovida

Cerca de 1,5 mil pessoas estarão presentes no evento que acontece no parque da Accie

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Encontro será realizado em Erechim de 21 a 23 de abril
Por Assessoria
Foto Divulgação

Nos dias 21 a 23 de abril Erechim estará sediando o 10º Encontro Ampliado da Rede Ecovida de Agroecologia, no parque da Associação Comercial, Cultural e Industrial de Erechim (Accie) e já estão confirmadas a participação de aproximadamente 1,5 mil pessoas. O Centro de Apoio e Promoção da Agroecologia (Capa) e o Centro de Tecnologias Alternativas Populares (Cetap) estão na organização do evento, contando também com o apoio do Núcleo de Agroecologia do Alto Uruguai, núcleos da rede Ecovida, instituições de ensino, pesquisa e extensão.

De acordo com a engenheira agrônoma, Ingrid Margarete Giesel, coordenadora do Capa, a Rede Ecovida de Agroecologia é um espaço de articulação da agricultura agroecológica nos três estados do Sul do Brasil, organizada em 27 núcleos regionais, composta por entidades de assessoria, grupos, associações, cooperativas de agricultores e consumidores, simpatizantes da produção e consumo de produtos agroecológicos. Uma de suas principais conquistas foi o reconhecimento do selo de certificação orgânica através do Sistema Participativo de Garantia (SPG).

O encontro é realizado a cada dois anos e têm como objetivos a promoção da agroecologia, a articulação entre os núcleos, estimular a socialização de experiências, informações e técnicas para a produção agroecológica e reforçar o trabalho de mais de 4,5 mil famílias organizadas em 300 grupos, 30 organizações da sociedade civil, 20 cooperativas e associações de consumidores e 100 unidades de processamento.

Para Ingrid é motivo de muita alegria e compromisso sediar este encontro em Erechim. “Estamos construindo um espaço de socialização e divulgação da agroecologia, de valorização das experiências e dos saberes, de destaque para a importância da segurança e soberania alimentar e nutricional e da economia solidária. O encontro é um espaço de discussões, intercâmbios e consolidação da rede Ecovida de agroecologia, referência no Brasil e no exterior pelos avanços na produção, no processamento, na comercialização e certificação participativa de produtos agroecológicos”, destacou.

Programação

Na programação, destaque para o painel central “Rede Ecovida de Agroecologia: cuidado, cultura e bem viver - construindo caminhos”, com a participação de Nancy Cardoso e do padre Valter Girelli. Também a realização de sete seminários: Sementes e agroecologia; Ater e agroecologia; Estratégias de comercialização para a segurança alimentar e nutricional; Agroecologia e sistemas de produção sustentáveis e autonomia dos agricultores familiares; Rede Ecovida e o processo de certificação; Mulheres e agroecologia e Juventude e agroecologia.

Além disso, 30 oficinas sobre temas estratégicos: Rede de sistemas agroflorestais agroecológicos do Sul do Brasil; Homeopatia na agropecuária, Substratos e biofertilizantes; Circuitos de comercialização; Slow Food e a defesa do alimento bom; Slow Beer – cervejas com identidade de defesa do território e da biodiversidade; Sementes crioulas; Agroecologia e sistemas resilientes de produção agrícola; Abelhas sem ferrão; Sistemas agroflorestais e adequação ambiental; Produção de grãos orgânicos; Mulheres e a certificação participativa e Cardápio orgânico, entre outras.

Inscrições

Para quem não é integrante Rede Ecovida, as inscrições são limitadas e os interessados devem entrar em contato com o Capa ou Cetap através do telefone (54) 3321.5951.

No sábado, 22 de abril, das 13h30 às 19h o evento estará aberto para o público externo conhecer a Feira de Saberes e Sabores e comprar produtos agroecológicos certificados pela Rede Ecovida. “Em diversos momentos teremos apresentações culturais, atividades para as crianças, carinhosamente chamado de “Encontrinho” e a gravação do Programa Vida no Sul apresentado pelo músico Antônio Gringo na TV Aparecida. As refeições serão coordenadas por cinco cozinheiros do Movimento Slow Food Brasil, com produtos agroecológicos, considerando a biodiversidade da região, utilizando também plantas alimentícias não convencionais”, conclui a coordenadora do Capa.

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