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Ensino

Cadeia produtiva do esporte e inovações exponenciais em debate na URI

Conferências compõem programação do Congresso Internacional de Gestão, Tecnologia e Inovação (CONIGTI)

Acadêmicos e professores prestigiaram o evento
Por Assessoria de Imprensa
Foto Divulgação

O curso de Engenharia de Produção da URI Erechim deu sequência às atividades do Congresso Internacional de Gestão, Tecnologia e Inovação (CONIGTI) com duas conferências, realizadas na quarta-feira (3).

O primeiro tema foi a cadeia produtiva do esporte, resultado de um projeto de pesquisa, abordado pelo professor Ricardo Cassel, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). “São diversos agentes responsáveis nesta cadeia: materiais utilizados, equipes de área da saúde, infraestrutura necessária, entre outros. Então percebemos que isso é um grande ecossistema, onde todos dependem de todos”, explicou.

Conforme Ricardo, um dos principais diagnósticos da pesquisa é de que a política de esporte no país ainda é precária para impulsionar estes projetos. “Se faz plano de curtíssimo prazo para atender demandas que exigem muita organização anterior. Se olharmos o período após as Olimpíadas no Brasil, os investimentos no esporte caíram drasticamente. Mais uma prova de que não existe um planejamento de longo prazo. O projeto demonstra que realmente há carência de um plano de desenvolvimento do esporte”, comentou.  

Em seguida, o professor Felipe Menezes, da WTF! School falou sobre a era das inovações exponenciais, com base nos impactos em economia e tecnologia que as diferentes revoluções industriais geraram para a sociedade. Ele explicou que uma mudança de modelo mental de comportamento é necessária para compreender todos esses cenários, que são cada vez mais dinâmicos e exigem diferentes perfis. “A tecnologia é meio, não é fim. Ela muda conforme as coisas vão acontecendo e, basicamente, o que muda mesmo é a lógica econômica. Existe uma lógica de as pessoas não possuírem mais tanto as coisas e acessá-las mais. O modelo de gestão das organizações também tem mudado, com hierarquias mais horizontais e mais abertas. A primeira coisa que temos que fazer é aceitar que a mudança está acontecendo, entender ela e encontrar nosso próprio caminho”, destacou.

 

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