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Bispo e padres nas exéquias do Pai do padre Carlos Pontel

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Por Assessoria de imprensa
Foto Divulgação - assessoria de imprensa

Dom José presidiu a missa de corpo presente do padre Carlos Pontel, pároco da paróquia Santa Ana, de Carlos Gomes, com 27 padres e um diácono, na igreja Santa Teresinha de Estação, na manhã desta terça-feira (11), festa de São João 23, que, no mesmo dia em 1962, fez a abertura solene do Concílio Vaticano II, que “abriu nova etapa na evangelização de sempre”. O pai do padre Carlos, Guilherme Euclides Pontel, faleceu na manhã de segunda-feira (10), de insuficiência cardíaca e respiratória, no Hospital Santo Antonio daquela cidade, onde é pároco padre João Dirceu Nardino e vigário paroquial, padre Olírio Luís Streher.

O bispo diocesano iniciou sua homilia lembrando que há 20 dias estava presidindo a missa de corpo presente de sua própria mãe, em Joinville. A morte, prosseguiu, para quem não tem fé, é um absurdo. Na esperança cristã, é passagem para a vida em plenitude. Ressaltou que o filho do senhor Guilherme, padre Carlos, passou de sua família para a família presbiteral, levando consigo muito dela. Seu pai e sua mãe foram seus primeiros educadores na fé. Referindo-se ao evangelho, recordou que Jesus rezou para que todos os seus seguidores estivessem onde ele está, na casa do pai celeste. Relacionou a celebração com o Jubileu da Misericórdia, celebrado pela Igreja até o final de novembro próximo, frisando que Guilherme foi chamado para receber o abraço da misericórdia Pai eterno. Como acolheu o Senhor em sua vida pelos sacramentos, agora ele é acolhido na sua casa para viver com seus eleitos, deixando para a família seu testemunho de amor e de fé. Assim, não chega de mãos vazias diante de Deus.

Em seguida, padre Carlos dirigiu breve mensagem, agradecendo a solidariedade da família e dos amigos. Recordando o pedido de Cristo à vigilância porque ninguém sabe a hora do encontro definitivo com Deus, exortou a todos a estarem preparados para este momento. De coração aberto e receptivo à graça de Deus para ser e fazer sempre o melhor que se poderá apresentar a ele.

No final da celebração, padre Cleocir Bonetti, pela equipe de pastoral presbiteral, disse que os padres levavam ao padre Carlos o aperto de mão amigo, o abraço da consolação e a oração, num momento de unidade da família presbiteral. Os padres, presentes em número expressivo, manifestavam estima e apreço por ele. Lembrou que em recente encontro diocesano, entre outros aspectos positivos do presbitério diocesano, foi ressaltado este da presença em momentos como o desta celebração, que pode ser caracterizada com ação de graças a Deus pela vida do falecido. Em momentos felizes, mas também nos de dor, os padres aprimoram mais ainda a unidade. Observou que para Guilherme aquele recinto da igreja não era estranho, pois participava assiduamente das celebrações litúrgicas, razão pela qual a comunidade agora participava de suas exéquias, tendo a presença de representantes de Carlos Gomes, onde o filho é pároco, e de Paulo Bento, onde exerceu a mesma função.

Guilherme Euclides Pontel

Nasceu no dia 9 de dezembro de 1933, em Antonio Prado. Era o primeiro dos nove filhos de Primo Pontel e Cláudia Casarotto Pontel. Quando tinha seis anos de idade, a família passou a residir na comunidade Vista Alegre, atual município de Estação. A família se trabalhava na agricultura.

Guilherme Casou com Olívia Zanoni, da comunidade São Pedro, de Getúlio Vargas, no dia 10 de abril de 1959, em Getúlio Vargas. Foram residir na colônia Dona Elisa, de Estação, onde tiveram 5 filhos (Maria de Lourdes, Liane Maria, Lauro Luís, Celso José, in memoriam, padre Carlos). Deles tiveram uma neta e seis netos. Em 2003, Guilherme e Olívia, pouco tempo depois de aposentados, passaram a residir na cidade de Estação.

Sempre ajudaram a comunidade nos serviços e em doações diversas.

Sua espiritualidade era embasada em Nosso Senhor Jesus Cristo, no Sagrado Coração de Jesus, em N. Sra. de Fátima e na padroeira da Paróquia, Santa Teresinha do Menino Jesus.

Há mais tempo, Guilherme apresentava problemas de coração. Ultimamente o coração estava dilatando, causando problemas pulmonares. Dia 7 deste mês, foi hospitalizado com sintomas de fraqueza, para exames clínicos. Esposa e filhos o acompanhavam atentamente. Nesta segunda-feira (10), às 11h45, veio a falecer, por insuficiência cardíaca e respiratória.

Familiares agradecem a solidariedade de todos, Hospital Santo Antonio, padre Nardino que o acompanhava há mais tempo, padre Olírio, equipe de liturgia, ministros/as, dom josé e padres da diocese pela presença nas exéquias, enfim a todos os que estiveram com a família neste momento.

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