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Blog do Dennis Allan

A sabedoria de Abigail

Por Dennis Allan

Abigail, cujo nome significa “alegria do pai”, foi uma mulher com papel importante na vida do rei Davi. Ela agiu com sabedoria para preservar o caráter de Davi e poupar a vida de inocentes. A história dela traz lições importantes.

A primeira menção de Abigail diz que ela foi inteligente e bonita, em contraste com seu marido, Nabal, descrito como “grosseiro e mau em tudo o que fazia” (1 Samuel 25:3).

No relato do mesmo capítulo, Nabal retribuiu com maldade o bem que Davi e seus homens haviam feito, recusando alimentos para os homens que haviam protegido seus pastores nos campos de Judá. Davi se indignou e mandou que seus homens se preparassem para a batalha, determinado a punir aquele homem rude.

Abigail sabia da maldade do marido, e não tentou justificar ou esconder a realidade. Ela mesma disse que o nome dele, que significa “tolo” ou “insensato”, descrevia bem seu caráter (1 Samuel 25:25). Porém, ela percebeu que Davi sentiria remorso se ele executasse seu plano de vingança, e agiu para impedir uma reação errada à maldade de um homem insensato. Ela levou alimentos para os homens de Davi e implorou para ele mudar de ideia.

Por sua bondade e sabedoria, Abigail convenceu Davi a desistir do seu plano. Dessa forma, evitou que Davi matasse Nabal. Não aproveitou a ira de Davi para se livrar de um marido grosseiro, e não permitiu que os servos de Nabal, que não participaram da maldade do seu senhor, fossem vítimas de violência. Abigail escolheu fazer o bem e ficou conhecida por sua sabedoria.

A história de Nabal terminou dez dias depois, mas foi Deus e não Davi que o feriu. A trajetória de Abigail, porém, não terminou naquele episódio. Essa viúva se casou com Davi, o futuro rei de Israel, e teve um filho com ele (2 Samuel 3:3).

O rei Lemuel disse que uma mulher virtuosa faz bem para seu marido, e que ele pode confiar nela (Provérbios 31:11-12). Abigail não tentou prejudicar seu marido, mesmo sendo ele um homem tolo e mau. A conduta dela até prolongou a vida daquele homem. Mas ela não apoiou os erros do marido, e não o defendeu quando ele fez mal.

O casamento exige cooperação e apoio mútuo, mas nem homem nem mulher deve participar dos pecados do seu cônjuge. Seja na família, na igreja, no trabalho ou qualquer outro relacionamento, devemos nos lembrar das palavras do apóstolo Paulo: “E não sejam cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, tratem de reprová-las” (Efésios 5:11).

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