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Blog de Rodrigo Finardi

  • Estado deve R$ 16,32 milhões aos municípios da AMAU, só em saúde

    Por Rodrigo Finardi
    Foto Rodrigo Finardi

    Estado deve R$ 16,32 milhões aos municípios da AMAU, só em saúde

    Na tarde de ontem (14) na Uri Erechim a AMAU, através de seu presidente Juliano Zuanazzi, ciceroneado pelo assessor técnico da secretaria municipal de Saúde de Erechim, Jackson Arpini apresentaram um levantamento detalhado de grande problemática de aflige os prefeitos.

    O assunto em pauta os valores atrasados por parte do Estado, na área de saúde, nos 32 municípios da região. O valor ultrapassa R$ 16,32 milhões entre os anos de 2013 e 2018.

    O presidente Juliano, reforçou que a entidade está sempre aberta ao diálogo, mas está cada vez mais difícil os municípios terem que arcar com as despesas de contratos que não são cumpridos pelos entes (Estadual e Federal), e que não são restritos apenas a área de saúde.

    O assessor técnico Jackson Arpini demonstrou através de gráficos que com o passar dos anos a crise financeira do Estado se agravou e muito e mostrou um dado interessante, que os repasses diminuem nos anos de eleições, e o Estado nunca reelegeu um governador: “sem cores partidárias, a situação transpassa governos”.

    Todos os municípios gastam com saúde bem acima do teto que a lei determina que é 15% do orçamento. Desta forma, outros setores que também são de responsabilidade dos municípios acabam descobertos.   

    Ao final da apresentação ficou definido que a AMAU irá marcar uma audiência com o governador Eduardo Leite e a secretaria estadual de Saúde com três relevantes pautas: os valores atrasados (apresentação dos números); novo contrato para a Fundação Hospitalar Santa Terezinha (e também os valores atrasados que tem para receber) e questões relacionadas aos hospitais regionais 

     

    Prédio dos Correios é colocado à venda em Erechim

    No dia 25 de julho do ano passado o secretário de Administração Valdir Farina, o chefe de gabinete do prefeito Roberto Fabiani e Harrysson Testa diretor técnico da secretaria de Obras Públicas estiveram nos Correios em Porto Alegre. O motivo na época, tratar da possibilidade de cedência ou transferência para o município de Erechim do prédio dos Correios abandonado há mais de duas décadas na Avenida Salgado Filho, bem próxima do prédio da prefeitura.

    Foi uma conversa embrionária, que poderia não surtir efeito, mas a tentativa era válida. O objetivo era reformar o prédio e aproveitar para colocar alguns setores da prefeitura que pagam aluguel.  

    O prédio abandonado já foi motivo de incontáveis matérias de vários veículos de comunicação.  E no passado, até projeto tinha para revitalização, mas nunca saiu do papel. Sempre ficou na promessa.   

    No ano passado, o governo federal já sinalizava com a possibilidade de colocar o prédio a venda. Com a troca do governo, existia a expectativa que seria possível reverter essa situação.

    Mas agora é definitivo, e a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos já publicou editais para venda de prédios e um deles é o de Erechim, com valor mínimo para venda de R$ 1,26 milhão.  O prefeito de Erechim, Luiz Francisco Schmidt afirmou ontem (14), que o município não está interessado em adquirir essa área.

     

    Bloco de vereadores independentes

    Está se formando um bloco de vereadores independentes na Câmara de Vereadores de Erechim. Vereadores da base aliada, que apoiam o prefeito Luiz Schmidt PSDB) e o vice Marco Lando (PDT). Dois deles já confirmaram serem independentes: Claudemir de Araújo (PTB) e André Jucoski (PDT). Outros são simpatizantes do movimento, que pode ganhar adeptos ao longo dos próximos dias.  Esses movimentos, no ano que antecede as eleições municipais, pode ser prejudicial ao governo.   

     

    Intenção de deixar a liderança de governo

    A vereadora Eni Scandolara (Progressistas) comunicou ao prefeito de Erechim, Luiz Francisco Schmidt (PSDB) a intenção de não continuar na liderança do governo: “Assumi a liderança, por um tempo. Fiz o melhor que pude. Penso que outros devem ter a oportunidade”, salienta.

    A possibilidade de um bloco independente dos vereadores da base do governo, Eni se posiciona que isso é a escolha de cada um: “no meu caso continuarei a apoiar os bons projetos e ações do governo, e fazendo as sugestões quando necessárias”.

                                

    Parceiro do grupo independente

    O vereador Gilson Serafin (PSD), sempre fez parte da base. Mas reforça que “procurei tomar decisões com imparcialidade. Defendi o governo como votei contra projetos do Executivo Fiz várias emendas contrariando com algumas intenções do governo. Vou continuar agindo da mesma forma, com imparcialidade, mas também parceiro do grupo independente”

     

    Responsabilidade e humildade

    Renan Soccol, vereador do PSDB, mesmo partido do prefeito em vários momentos teve uma linha independente na sua atuação, mesmo não abrindo apoio irrestrito ao grupo que surge: “Acredito que todo integrante de uma casa legislativa tem de ter sua atuação pautada pela independência e autonomia, uma vez que representa toda a população do município. Por isso, sempre se deve respeitar a todos os colegas de casa legislativa, a população do município e, igualmente, o Poder Executivo, para auxiliá-lo a administrar o município da melhor maneira possível, com responsabilidade e humildade”, finaliza.

     

    O tom da atuação

    André Jucoski (PDT) que já foi líder do governo, faz parte desse grupo independente, que não significa que será contra o governo, mas dá o tom de sua atuação: “atitude para provocar o diálogo consistente sobre a solução de problemas que o cidadão erechinense merece”.

     

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