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Rural

Comitiva estadual das Casas Familiares Rurais troca experiências na França

Por Rosa Liberman - rosa@jornalbomdia.com.br
Foto Divulgação

Uma delegação composta por 11 representantes das Casas Familiares Rurais do Rio Grande do Sul esteve de 13 a 27 de novembro na França participando de um intercâmbio, visando à troca de experiências com as Casas locais. A intenção foi trazer conhecimento para ser empregado no Estado, já que na França as Casas existem há 80 anos e, no Rio Grande do Sul há 20.

Representando a Casa Familiar Rural de Barão de Cotegipe esteve à secretária Executiva do Sindicato Rural de Erechim, Diva Picoli. Ela diz que na ocasião foi realizada a visita em cinco casas: Cormaranche, S.T . Laurentd Chanousset, La Vernne – Peronná, Bagé de Lechatel e Pont Vel. “Também conversamos com os prefeitos das cidades e fomos recebidos pelo governador. Em cada local há trabalhos diferentes. O destaque é para a bovinocultura leiteira e de corte. Mas também conhecemos atividades desenvolvidas com o milho e hortifrutigranjeiros. Também nos chamou atenção os leilões de gado realizados uma vez por semana, algo que pode ser implantado na região”, diz. O presidente do Estado das Casas Familiares,

Wagner Bohn, também participou do intercâmbio.

Diva salienta a importância da troca de experiências. No mês de abril uma comitiva da França veio conhecer o trabalho realizado no Estado e, em 2018 está programada a vinda de outro grupo para conhecer o que é realizado na região.

A Casa Familiar Rural é destinada a estudantes do ensino médio, com duração de três anos. É uma escola de alternância, onde o aluno fica uma semana na escola recebendo informações teóricas e depois duas semanas na propriedade implantando os conhecimentos. “Nossa escola em Barão de Cotegipe, localizada na linha Sérvia, tem alunos de todo o Alto Uruguai. Ela foi implantada há seis anos e ainda estamos buscando a certificação do MEC. Ela visa a sucessão rural, algo necessário na região. E nós, através da diretoria do Sindicato Rural, estamos preocupados em segurar o jovem no campo com mais qualidade de vida”, complementa.

Segundo Diva, o que pode ser visto na França é que apesar do país ser pequeno, as escolas tem muitos alunos, a menor tem 350 estudantes. “Eles são preocupados em inserir o jovem no trabalho”, conclui.

 

 

 

 

 

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