Acadêmicos do Curso de Ciências Contábeis pararam por alguns momentos para refletir sobre a relação entre trabalho e família. Foi na segunda-feira, 09, durante a disciplina de Contabilidade Gerencial, ministrada pelo professor Idionir Scalabrin. A atividade consistiu em assistir ao filme Click, uma comédia dramática, fantasia e ficção científica de 2006, dirigido por Frank Coraci, escrito por Steve Koren e Mark O'Keefe, e produzido por Adam Sandler, que também atuou no papel principal. O filme é coestrelado por Kate Beckinsale e Christopher Walken.
Sandler interpreta um arquiteto com excesso de trabalho que negligencia sua família, que está cada vez mais frustrado por passar a maior parte de seu tempo trabalhando. Um dia, ele encontra um inventor excêntrico que lhe dá um controle remoto universal, com capacidade de acelerar o tempo, que lhe permite "avançar" através de partes desagradáveis ou totalmente sem graça de sua vida. No início, ele usa o aparelho para acelerar qualquer momento tedioso, mas depois o controle entra no avanço automático. Isso significa que ele não faz nada por si próprio, sua mente fica "viajando" e quando ele se dá conta de que está acelerando demais o tempo, deixando de viver preciosos momentos em família, descobre que aqueles aparentemente maus bocados continham partes vitais de lições da sua vida.
Depois de assistirem ao filme, os alunos discutiram e refletiram sobre dois pontos fundamentais em suas carreiras. Em primeiro lugar, de que as pessoas não podem pular etapas na vida, pois os momentos mais difíceis são os que trazem os maiores aprendizados. São estes momentos que forjam nossas vidas, que escrevem a nossa história. O aluno entra no piloto automático quando inicia e termina os semestres pensando somente nas notas e na aprovação e não no aprendizado.
Em segundo lugar, por mais importante que seja a carreira profissional, a família está acima de tudo e não se pode abdicar dos laços familiares em prol da carreira. Trabalha-se muito para suprir as necessidades próprias e dos familiares, porém, perdem-se essas pessoas mais próximas na busca de suprir necessidades que não existem.