“Todos sabem que o momento em que estamos inseridos é sem precedentes na história. Independente da área de atuação, da situação econômica ou do contexto familiar, a pandemia trouxe mudanças profundas e, no contexto escolar, não foi diferente”, essa é a posição do Colégio Franciscano São José de Erechim, sobre pandemia provocada pelo novo coronavírus, ao anunciar reajustes nas mensalidades da educação básica.
A medida está sendo adotada por diversas instituições de ensino da rede privada, para minimizar os efeitos financeiros que a população está sofrendo nesse período de crise sanitária.
Ainda com as aulas suspensas, o Colégio deve manter as reduções nas mensalidades até o retorno das atividades presenciais. “A partir do pronunciamento do governador, no dia 30 de abril, a mantenedora – Associação Maria Auxiliadora, a qual o Colégio pertence, atenta e zelosa pelas nossas instituições educativas, pronunciou-se orientando na busca de outras alternativas para amenizar os impactos que esse período atípico nos impõe. Assim, após profundo estudo que garanta a nossa sustentabilidade, pois dependem de nós muitas famílias do corpo docente e administrativo, além de impor, internamente, medidas austeras de economia, aplicaremos, a partir do boleto de maio, percentuais de redução em mensalidades”, afirma nota publicada no site da instituição. Os descontos são diferentes para cada etapa da educação básica, mas serão aplicados em todos os níveis de ensino.
Na URI, a situação está sendo analisada individualmente
Na Universidade Regional Integrada (URI) – campus Erechim, a situação está sendo analisada individualmente. “Não estamos trabalhando com descontos lineares. Ou seja, para quem está com dificuldades em decorrência da pandemia, iremos prorrogar as mensalidades, parcelar em mais vezes ou até ofertar bolsas temporárias. Contudo, essa situação de perdas deve ser comprovada, afinal, nem todas famílias estão sofrendo reduções de renda, portanto, temos que analisar cada caso”, contou o diretor-geral da URI, Paulo Giollo.