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Segurança

Primeira noite de suspensão de atividades teve fiscalização intensa em Erechim

Cerca de 38 estabelecimentos foram averiguados
Por Alan Dias
Foto Defesa Civil Municipal

Força-tarefa formada pela Defesa Civil, Brigada Militar, Vigilância Sanitária e Diretoria Municipal de Trânsito realizou fiscalização em Erechim, para verificar o cumprimento do decreto estadual que proíbe atividades que gerem aglomerações entre às 22h e às 5h em todo o Rio Grande do Sul.

A ação iniciou na noite de sábado (20) e se estendeu até a madrugada deste domingo (21). Conforme o coordenador da Defesa Civil Municipal, Ronaldo Manica, durante os trabalhos, foram averiguados cerca de 38 estabelecimentos e um foi interditado. A Brigada Militar efetuou abordagem de 119 pessoas e 21 veículos, lavrando três termos circunstanciados, sendo dois por posse de entorpecentes e um por descumprimento do decreto.

O coordenador da 11ª Coordenadoria Regional de Saúde, Fábio Fantin, destaca que as equipes estão trabalhando de forma conjunta, município e Estado, no propósito central de salvar vidas. “Pedimos à população que, sempre que possível, fique em casa e evite aglomerações”, acrescentou.

 

Bandeira Preta

Na sexta-feira o governador do estado, Eduardo Leite, colocou a região de Erechim e outras 10, preliminarmente em Bandeira Preta, devido ao alarmante aumento de casos de covid-19. O Estado também publicou decreto que determina suspensão geral de atividades das 22h às 5h até o dia 2 de março.

No Alto Uruguai, os prefeitos chegaram ao entendimento de que irão acolher os protocolos da Bandeira Preta sem recorrer.

 

Hospitais

Até a última sexta-feira (19), 100% dos leitos de UTI Covid da Fundação Hospitalar Santa Terezinha, que atende via SUS, estavam ocupados e todos os pacientes entubados. No Hospital de Caridade, quatro dos oito leitos da UTI Covid estavam ocupados e destes, dois estavam à disposição da rede pública.

O Comitê Regional de Enfrentamento à Covid-19 também informou que o vírus deu mostras de estar mais agressivo, com os pacientes apresentando um rápido agravamento do quadro clínico. Os hospitais também estão tendo dificuldade de encontrar profissionais especializados em todo o País.

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