Novos pesquisadores da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) foram reconhecidos como bolsistas de produtividade pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), conforme aprovação na Chamada CNPq Nº 09/2020 – Bolsas de Produtividade em Pesquisa – PQ. Essa bolsa é destinada aos pesquisadores que se destacam, visando a valorização da produção científica. Os novos pesquisadores são os professores Adriana Richit e Eduardo Pavan Korf, do Campus Erechim, além de Fernando Henrique Borba, do Campus Cerro Largo.
Agora, a UFFS passa a ter sete bolsistas PQs: Adriana Richit (Campus Erechim), Claiton Marcio da Silva (Campus Chapecó), Helen Treichel (Campus Erechim), Leandro Galon (Campus Erechim), Tiago Vecchi Ricci (Campus Cerro Largo), Fernando Henrique Borba (Campus Cerro Largo) e Eduardo Pavan Korf (Campus Erechim).
Adriana Richit possui Pós-doutorado em Educação Matemática - Didática da Matemática pela Universidade de Lisboa (Portugal), além de Doutorado e Mestrado em Educação Matemática pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É líder do Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação Matemática e Tecnologias (GEPEM@T). Na UFFS, é docente do Programa de Pós-Graduação em Educação, do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas e dos cursos de Pedagogia e de Engenharia Ambiental e Sanitária.
Eduardo Pavan Korf possui Doutorado e Mestrado em Engenharia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). É graduado em Engenharia Ambiental pela UPF. Na UFFS, atua no Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia Ambiental e no curso de Engenharia Ambiental e Sanitária. Atualmente, exerce o cargo de diretor de Pesquisa. É líder do Grupo de Pesquisa em Resíduos e Geotecnia Ambiental (REGEOAMB).
De acordo com o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Clevison Luiz Giacobbo, é de extrema importância a UFFS contar com esses pesquisadores, tanto para captar recursos nos órgãos de fomento, através de projetos de pesquisas, como para a participação em programas de pós-graduação. “Além disso, a concessão dessas bolsas demonstra que estamos desenvolvendo reconhecidas pesquisas de qualidade e com alto potencial para a produção científica”, afirma.
Giacobbo explica que a novidade também facilita a participação de grupos em inúmeros editais, com maior chance de aprovação, quando da presença de bolsista de produtividade em pesquisa. Para a UFFS, ainda, a quantidade de bolsistas de produtividade é um dos indicadores também utilizados por agências de fomento e demonstra o quão impactante são as pesquisas. “Dessa forma, por meio da PROPEPG, procuramos incentivar que cada vez mais pesquisadores possam submeter projetos e serem contemplados. Convém salientar também que outros projetos de diversas áreas do conhecimento foram reconhecidos pelo CNPq como qualificados e potenciais, embora não tenham sido contemplados com bolsa devido à restrição orçamentária”, explica.
Para o pró-reitor, a bolsa produtividade representa para todo docente um troféu, pois, além de fazer parte do que o CNPq considera “seleto grupo” de pesquisadores, abrem-se portas para concorrer ou coordenar projetos em diversos editais, bem como ter esse auxílio financeiro a mais, para uso nas suas investigações.