Após a conclusão do período letivo, a coordenadora da 15ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), Juliane Bonez, destaca os principais trabalhos executados no âmbito educacional e afirma que a estruturação foi baseada nas diferentes formas de aprendizagem dos estudantes.
Plano de ação
No segundo ano de ensino presencial pós-pandemia, o trabalho da CRE teve como base o planejamento, a execução e a avaliação de cada ação elaborada. Segundo Juliane, a metodologia desenvolvida focou na valorização das habilidades de cada aluno, aplicando um trabalho com alicerçado em dados e evidências. “Olhamos muito o contexto humano, pois temos diversos estudantes em situação de vulnerabilidade social e enquanto escola pública precisamos ter esse cuidado”, comenta.
Obstáculos
A coordenadora comenta que o trabalho não é linear, por isso, sair da rotina e retomar processos é natural. Um exemplo citado foi o período de provas Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) que precisou ser reorganizado pelo impacto das chuvas.
Quanto aos índices de evasão escolar, Juliane comenta que os números são significativos entre alunos do Ensino Médio, sendo assim, foram tomadas medidas como o programa de bolsa de estudo “Todo Jovem na Escola” e ações de “Busca Ativa” para incentivar a permanência na escola.
Além disso, a Secretaria Estadual da Educação (Seduc), identificou o afloramento de doenças socioemocionais tanto nos estudantes quanto no corpo docente. Por isso, para diminuir os impactos psicólogos e assistentes sociais foram nomeados para atender os educandários.
Expectativas futuras
A coordenadora afirma que a tendência para o ano de 2024 é a sequência do trabalhado focado na aprendizagem contínua, bem como a formação de professores, investimento em material pedagógico qualificado e a inter-relação entre os municípios.