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Ensino

“Essa parceria é o reforço do espírito comunitário da instituição”

Diretor-geral da URI Erechim, Paulo Giollo, fala sobre a doação de um imóvel por parte do município, que irá ofertar 150 vagas com bolsas de estudos para a educação infantil (4 e 5 anos)

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Paulo Giollo, diretor-geral da URI Erechim relata que serão investidos recursos superiores a R$ 1 mi
Por Rodrigo Finardi
Foto Divulgação

O município de Erechim fez a doação de um imóvel, para Universidade Regional Integrada (URI Erechim), onde funcionava a Escola de Educação Infantil Tia Gelsumina, que pertencia a ASSAMI e foi adquirida pelo município, no Bairro Bela Vista.

Critérios de habilitação

Pelo projeto a URI irá ofertar vagas de educação infantil (4 e 5 anos) para os níveis obrigatórios, com o propósito de disponibilizar bolsas de estudo de 50% e 100% mediante edital próprio, observados os critérios de habilitação como zoneamento e nível de renda familiar dos inscritos.

Alguns pontos da lei

Em caso de encerramento das atividades ou de não atendimento da finalidade a que se destina a presente Lei, a posse e a propriedade da área será revertida, imediata e independentemente de notificação, ao Município de Erechim, sem direito à indenização de qualquer tipo, inclusive sobre as construções e melhorias executadas. As despesas decorrentes da execução da lei, como registros e escrituras, ficarão por conta da URI.

Ensino será aos moldes da URI

O diretor-geral da URI Erechim, Paulo Giollo, afirma que serão 150 vagas disponibilizadas (75 com 50% de bola, e 75 vagas com bolsa integral de 100%): “Primeiramente iremos fazer uma reforma completa, num valor estimado superior a R$ 1 milhão de investimento. E o ensino seguirá os moldes da Uri, com inglês, salão de artes, entre outros”

Assinatura da documentação

Para o diretor, “Essa parceria é o reforço do espírito comunitário da instituição, nesse espaço cedido, exclusivamente com bolsas. Se tivermos que preencher todas as vagas com 100% não tem problema, desde que a família se enquadre nos critérios exigidos. Assim que assinarmos os documentos, começamos a trabalhar na escola”, finaliza Paulo Giollo.

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