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Trecho em péssimas condições faz mais uma vítima fatal

Jornal Bom Dia relatou na semana passada a preocupação dos moradores com as péssimas condições da principal rodovia que dá acesso ao município de Áurea

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Burracos em Áurea
“Prometem, mas não vem”, diz vice-prefeito Geraldo
Por Ígor Dalla Rosa Müller
Foto Divulgação

Na semana passada a reportagem do Jornal Bom Dia publicou uma matéria mostrando a preocupação dos moradores de Áurea com as péssimas condições da rodovia do principal acesso ao município. A ERS 477 foi recentemente recapeada, no entanto, o trecho do Km 25 até a cidade, com cerca de 7,5 quilômetros, não foi recuperado. Para piorar a situação, neste fim de semana, um acidente de carro fez mais uma vítima fatal. 
O acidente ocorreu em frente à pousada de Claudete Mostifaga, que há meses vem divulgando nas redes sociais as péssimas condições do local e o perigo que representa para os motoristas e a comunidade. 
Claudete está muito triste e ao mesmo tempo indignada com mais um acidente fatal nesse trecho. "O que eu posso fazer para alguém tomar uma atitude e fechar esses buracos, colocar lombadas, redutores de velocidade, porque além de tudo temos uma escola neste local", desabafa. Ela acredita que os acidentes estão ligados aos buracos, velocidade e bebidas alcoólicas. "Para quem posso pedir ajuda?", diz. 
Conforme o vice-prefeito Geraldo Golynski, o prefeito Antonio Jorge Slussarek esteve há pouco tempo em Porto Alegre para tratar dessa questão, para tentar minimizar essa situação, tentando fazer que o Daer pelo menos fizesse o "tapa-buraco" no trecho, considerando que o município não pode intervir já que a estrada é de responsabilidade do Estado. "Prometem, mas não vem, e assim persiste essa situação", afirma. 
Segundo Geraldo, isso está prejudicando a comunidade e as pessoas de fora que vêm visitar o município, que reclamam que não tem condições de transitar já que os buracos são enormes. "Para o município é ruim porque todos os dias temos que se deslocar a Erechim levando pessoas para área da saúde, além do transporte de cargas", diz.
O vice-prefeito ressalta que a situação está muito complicada e não é por falta de iniciativa do poder público municipal, já que as obras pararam no fim de setembro. Segundo ele, de lá para cá se está tentando achar uma solução, mas não há retorno do Estado.   

 

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