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Dom José ressalta esperança em missa de corpo presente de pai de padre

No final da celebração, padre Jorge, em nome pessoal e da família, expressou diversos agradecimentos

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Por Assessoria de imprensa
Foto Divulgação - assessoria de imprensa

Dom José e Dom Girônimo, 17 padres e quatro diáconos estiveram na missa de corpo presente do senhor Germano Dallagnol, pai do padre Jorge, Pároco da Paróquia São Pedro de Sede Dourado e assistente diocesano dos diáconos, na tarde desta segunda-feira (7), na igreja Sagrado Coração de Jesus de Viadutos. Um dos padres presentes, Virgílio, saletino, com quase 92 anos, é primo do falecido e seu amigo de infância. Delegação de Sede Dourado levou sua solidariedade a seu Pároco, padre Jorge, bem como um grupo da Barra do Rio Azul, onde ele também foi pároco.

Dom José iniciou sua homilia dizendo que o momento era de dor, mas também de esperança e de ressurreição. A leitura bíblica, a mesma da solenidade de todos os santos neste domingo, ressaltou que é imensa a multidão dos que trajavam vestes brancas e tinham palmas diante do Cordeiro na glória eterna. Todos somos convidados a unir-nos a eles. E o caminho está na prática das bem-aventuranças, conforme o evangelho lido, também da solenidade de todos os santos. Para o Bispo, ninguém professa a fé cristã sem esperança na ressurreição e na vida eterna feliz junto de Deus. Lembrando o Jubileu da Misericórdia, enfatizou que Deus trata a cada pessoa com ternura, bondade e amor, a ponto de nos dar seu Filho, rosto de sua misericórdia. Quando alguém falece, entregamos seu corpo à terra na certeza de que será colhido no céu. Com a morte, a família perde alguém que lhe é importante, mas não perde os vínculos de amor, de perdão, os laços de vida de quem parte. Dirigindo-se ao padre Jorge, Dom José destacou a importância do pai na sua vocação ao sacerdócio. Foi o primeiro a transmitir-lhe os valores da fé. Exortou-o a continuar a oferecer a Deus, no altar da eucaristia, suas orações por ele.

Padre Cleocir Bonetti, em nome de todos os padres da Diocese, disse que os presentes transmitiam seu abraço de conforto e consolo à família e especialmente ao irmão de ministério, padre Jorge. Recordou recente conversa com ele sobre as alegrias e fragilidades em suas famílias, dos exemplos que delas se recebe. Mencionou padre Estêvão Wonsoski, que foi pároco de Viadutos e lá está sepultado, destacando que foi grande promotor das vocações e convidando a todos a vibrar pelas vocações à vida, ao matrimônio, à vida religiosa, ao sacerdócio, à santidade nas famílias, nascedouro e berço delas.

Padre Waldemar Zapelini, pároco local, mencionou a devoção ao Sagrado Coração de Jesus e a Nossa Senhora cultivada pelo falecido Germano, que, enquanto a saúde lhe permitia, participava sempre das celebrações dominicais e da missa em sua comunidade. Pelo toque do sino, lembrava aos membros da comunidade a hora de se encontrar para a oração. Certamente, esta sua vida exemplar despertou a vocação ao sacerdócio do filho Jorge.

Germano Dallagnol

Nasceu no dia 19 de setembro de 1928, em Viadutos. Dedicou sua vida à agricultura na comunidade São Roque, Rio Quinto daquele município. Casou com Gentília Munaretto Dallagnol há mais de 60 anos. Tiveram seis filhos e sete netos. Pe. Jorge é o quarto dos filhos. Ultimamente estava bastante fragilizado, especialmente cm consequência do mal de Alzheimer. Faleceu às 4h30 desta segunda-feira (7) de novembro, em sua residência. 

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