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Região

Fóruns microrregionais de fruticultura no Alto Uruguai

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Assistente técnico estadual da Emater orientou sobre práticas de poda
Por Assessoria
Foto Terezinha Mariza Vilk- Emater/RS-Ascar

Visando fomentar a fruticultura, aumentar a área de plantio da região do Alto Uruguai, bem como aumentar a produção e a qualidade dos frutos e a diversificação, a Emater/RS-Ascar, juntamente com entidades parcerias, realizou três fóruns microrregionais de fruticultura, sendo um sediado em Erechim, outro em Barra do Rio Azul e outro em Floriano Peixoto. Os eventos reuniram mais de 400 pessoas, entre produtores e técnicos da Emater/RS-Ascar da região administrativa do Escritório Regional da Emater/RS-Ascar de Erechim. As orientações foram repassadas em palestras nos dias de campo com estações didáticas, focadas na implantação de pomares, manejo correto, mudas, controle de doenças da videira e de outras frutas, manejo de solo, agregação de valor às frutas, legalização de agroindústrias, mercado, entre outras orientações de cultivo dos pomares.

Na última semana, o Fórum Microrregional de Fruticultura foi realizado em Erechim na comunidade da Linha Monte Alegre. Na parte da manhã, foram realizadas palestras técnicas no salão comunitário. Após a abertura, o assistente técnico regional em Produção Vegetal da Emater/RS-Ascar, Luiz Angelo Poletto, em sua palestra, disse que houve uma redução da área plantada com fruticultura na região do Alto Uruguai. Segundo ele, houve uma redução de 19,5% da área plantada na região do Alto Uruguai. Dos 4.411,50 hectares (2014) caiu para 3.553,20 (2017).

As frutas que mais tiveram áreas reduzidas foram a videira, citricultura e outras como o pêssego e figo.  A região apresenta potencial para produção de morango, noz-pecã e ameixa, que registraram pequenos aumentos de área, segundo Poletto. Na região, 2.512 produtores estão envolvidos com a atividade frutícola e olericultura. A base da fruticultura é a qualidade das mudas, disse o técnico. Em outra palestra, o assistente técnico regional em Organização Econômica, Carlos Angonese, falou sobre agregação de valor às frutas e sobre a legalização das agroindústrias.  A fruticultura é uma excelente atividade para o desenvolvimento rural, observou. Angonese apontou como alternativas para novos mercados, a venda da fruta in natura, embalada e classificada e as frutas cristalizadas. Também observou que as agroindústrias podem agregar valor ao produto e, dentre as vantagens, citou a geração de emprego, manter a identidade cultural, promover o desenvolvimento regional. Também orientou sobre a legislação nas áreas sanitária, fiscal e ambiental, bem como sobre o processo de inclusão dos produtores no Programa da Agroindústria Familiar.

A programação prosseguiu à tarde com orientações didáticas em estações na propriedade da família Irany Rech. Em uma das estações, o assistente técnico estadual da Emater/RS-Ascar, Antônio Conte, orientou sobre práticas de poda que podem evitar doenças e pragas e aumentar o potencial produtivo e da qualidade das frutas.  “A época certa de podar o parreiral é na fase de brotação”, observou. Conte explicou o manejo correto das videiras, dos pomares de pêssego e ameixa. Em outra estação, o agrônomo da Emater/RS-Ascar, juntamente com o professor da URI campus de Erechim, doutor em Agronomia, Paulo Sergio Gomes da Rocha, trataram sobre o tema manejo de doenças da videira e outras frutas. Eles reforçaram a importância da qualidade genética e fitossanitária das mudas para o sucesso da atividade. O tema manejo de solos para a fruticultura foi orientado em outra estação pelos agrônomos Adriano Szynkaruk e Jonas Farina. Eles salientaram a importância da estruturação do solo, tanto física como biológica, análise de solo, cobertura com gramíneas como a ervilhaca.  

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