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Estado

Governo e professores dialogam sem sucesso

Por Assessoria de imprensa
Foto Sofia Wolff

O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Branco, reforçou o compromisso do governo do Estado em priorizar o pagamento de todos os servidores até o dia 15 do mês seguinte, considerando os dias úteis. O anúncio foi feito durante reunião com a direção do Cpers/Sindicato, na manhã desta terça-feira (10), na Secretaria da Educação (Seduc). Junto com a secretária adjunta da Educação, Iara Wortmann, o secretário pediu que os professores considerem esse esforço do governo, que atravessa uma das piores crises econômicas, e retornem às aulas.

A direção do Cpers/Sindicato, no entanto, manteve a decisão de seguir com a paralisação, que já dura 35 dias, o que vai levar à recuperação de aulas até os primeiros meses de 2018.

“O governo é sensível a essa situação. Temos feito um esforço muito grande para encontrar uma solução, para atenuar essa realidade. Sempre apresentamos um quadro real, sem mascarar números nem esconder a situação que traz consequências para todo o conjunto dos servidores”, reiterou o secretário, conforme nota distribuída pela assessoria do governo.

A mesma fonte revela que o sindicato dos professores apresentou novas pautas, muitas delas fora do contexto da educação, como a que trata do limite do número de cedência de servidores para os sindicatos. Na avaliação da Seduc, a postura do sindicato tem sido de uma atuação política, fugindo do contexto da educação.

Por outro o Cpers também divulgou nota sobre o resultado da reunião. O sindicato dos professores reclamou que o governo novamente não apresentou nenhuma proposta para que os salários e o 13º dos educadores sejam pagos em dia e de forma integral. "Desde que o governo Sartori assumiu a gestão do Rio Grande do Sul, os salários dos professores, funcionários de escola e demais servidores já foram parcelados 22 vezes", informa a nota distribuída à imprensa.

Durante a audiência, a presidente do Cpers, Helenir Aguiar Schürer entregou à Branco um documento com estudos do Dieese, comprovando que o Estado tem recursos para pagar em dia e integralmente a categoria.

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