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Economia

Setor bancário investe em tecnologia para ser mais “verde”

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Por Assessoria de Imprensa
Foto Divulgação

Se as expressões “estar no azul” ou “no vermelho” estavam entre as mais populares no vocabulário financeiro, agora é o “verde” que entra para valer em cena e marca ações do dia a dia, serviços, produtos e inovações no setor bancário, onde cresce o uso de tecnologias capazes de aumentar a contribuição do setor para a sustentabilidade do planeta.

O modo como os bancos vem adotando essas tecnologias é um dos destaques de reportagem na edição 72 da revista CIAB FEBRABAN, divulgada nesta semana e disponível em http://ciab.org.br/publicacoes/edicao/72/o-novo-clima-nas-operacoes-bancarias

A matéria mostra iniciativas dos bancos brasileiros para estimular iniciativas sustentáveis dentro das instituições financeiras e entre os clientes dos serviços e produtos dos bancos. As ações incluem desde a economia proporcionada pela abertura de contas digitais até modelos “verdes” de substituição de terminais de autoatendimento e reciclagem de máquinas e equipamentos.

A tecnologia também é aliada das instituições financeiras em negócios que incorporam as questões ambientais, sociais e de governança - e representam inovações não só para o sistema bancário, mas também para outros segmentos empresariais, o governo e os consumidores.

A FEBRABAN conduz iniciativas voltadas à sustentabilidade nos negócios há mais de 10 anos. Entre os projetos apoiados pela Federação está a contribuição para a implantação do CAR (Cadastro Ambiental Rural), registro obrigatório criado para ajudar a regularização ambiental das propriedades rurais no país.

A entidade também realiza uma série de estudos sobre questões ambientais, em parceria com o Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVces). Entre eles está o estudo do risco do desmatamento, feito em parceria, também, com a organização ambiental CDP, para identificar os riscos e oportunidades criadas pelo combate ao desmatamento nas cadeias da soja, pecuária, produtos florestais e palma. Outro projeto busca definir modelos para o financiamento da recomposição florestal em propriedades rurais de clientes que identificaram, por meio do CAR, passivos ambientais.

Em ambas inciativas, de acordo com Mario Sergio Vasconcelos, diretor de Relações Institucionais da FEBRABAN, são necessárias bases de dados que permitam aos bancos identificar áreas desmatadas e de áreas recuperadas e, desta forma, ter melhores informações para a análise de risco socioambiental nas operações de crédito.  “Um número cada vez maior de investidores está estabelecendo políticas que valorizam a gestão de riscos de desmatamento”, diz Vasconcelos.

A edição 72 da revista Ciab FEBRABAN também traz reportagens sobre Big Data, blockchain e as novidades sobre o CIAB FEBRABAN 2018. As matérias completas estão disponíveis no link http://ciab.org.br/publicacoes/#revista-ciab.

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