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Economia

Alta tecnologia disponível para pequenas e grandes empresas

Interessados em utilizar os equipamentos devem procurar informações na sede do Centro Tecnológico (Rua Sergipe, 732, Bairro Bela Vista)

“Máquina de corte traz qualidade, velocidade e segurança a produção", afirma Guilherme
Os interessados devem se dirigir a Rua Sergipe, 732, Bairro Bela Vista
Por Ígor Dalla Rosa Müller
Foto Ígor Dalla Rosa Müller

O Centro Tecnológico APL Polovest é uma grande conquista, “um sonho que a gente não sonhava”, afirma o diretor do Sindivest Alto Uruguai Gaúcho, Guilherme Basso. O projeto está preparado para atender o grande empresário e também as pequenas empresas.

“O pequeno empresário pode vir aqui com o molde de papel, digitalizar e usar os serviços do Centro Tecnológico. O grande empresário que já tem o software de modelagem fica mais fácil, vem aqui e usa a máquina”, observa. Ele acrescenta que hoje um software de modelagem custa em torno de R$30mil.

Guilherme afirma que a máquina de corte disponível no Centro Tecnológico vale em torno de R$1,5milhão, sendo um investimento muito elevado para uma empresa. 

“A gente quer que as pequenas empresas, principalmente, saibam que a tecnologia chegou e ela não é impossível de se conseguir. Está aqui é só pegar o carro e vir utilizar esse serviço no Centro Tecnológico”, destaca.

O diretor do Sindivest salienta que no Estado somente em Caxias do Sul tem um projeto parecido com o Centro Tecnológico de Erechim, que com tem como finalidade tornar Erechim um polo no setor têxtil.

Segundo Guilherme, essa tecnologia traz muita qualidade ao trabalho, corta o tecido com perfeição e não causa risco ao operador já que tem total segurança. Ele ressalta que hoje o corte dos moldes nos tecidos é feito manualmente em quase todas as empresas da região. “O Centro Tecnológico é um sonho que a gente não sonhava. A máquina de corte traz qualidade, velocidade e segurança a produção, e corta até oito centímetros de malha comprimida”, afirma.

Ele comenta que a região tem cerca de 140 empresas do setor têxtil e que ser a máquina trabalhasse em três turnos teria condições de atender todas essas empresas. “E não só o setor têxtil, mas toda a cadeia produtiva que utiliza tecido, empresas de cadeiras, ônibus, forro e estofados”, salienta.

Conforme Guilherme, o projeto é social, economicamente viável e ambientalmente correto. “Tudo é reaproveitado. A combinação do Centro Tecnológico e o Banco do Vestuário é o que mais deixa a gente feliz”, destaca.

De acordo com sua avalição, as metas do projeto estão sendo cumpridas. “O andamento está dentro do projetado. Tudo bem certinho”, comenta.

Os interessados em utilizar os equipamentos devem procurar informações na sede do Centro Tecnológico (Rua Sergipe, 732, Bairro Bela Vista). 

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