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Saúde

Hospital de Caridade de Erechim promove palestra para marcar o Dia Internacional do Diabético

Diabetes
Por Assessoria de Imprensa
Foto Divulgação

O Hospital de Caridade de Erechim realizará no próximo dia 27 de junho, às 15h, no auditório do Centro Clínico, palestra para marcar o Dia Internacional do Diabético. A atividade, organizada pela Comissão de Eventos e Humanização do HC, contará com a presença da médica endocrinologista, Gabriele de Geroni, e é aberta ao público.
A diabetes é uma doença metabólica: seu portador não consegue degradar moléculas de glicose corretamente ou em velocidade suficiente. A glicose é um tipo de açúcar básico ingerido na alimentação, e é essencial para a vida. A alta taxa de glicose circulante no sangue, entretanto, pode provocar danos em órgãos como os rins, além de poder levar à amputação de membros inferiores e causar cegueira. Pacientes com hiperglicemia são mais suscetíveis a ataques cardíacos ou derrames. Ainda não há cura para o diabetes, porém há vários tratamentos disponíveis.

Números

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 1 em cada 11 pessoas no mundo tem diabetes, sendo que nos últimos anos o número de casos diagnosticados tem crescido. Só no Brasil, entre 2006 e 2016, segundo o ministério da Saúde, houve um aumento de 60% da doença – que deve ver seu custo dobrar até 2030 – chegando a US$ 97 bilhões, em estimativas mais conservadoras, ou até US$ 123 bilhões (R$ 406 bilhões), em um pior cenário.

No país, o diagnóstico passou de 5,5% da população para 8,9%. Hoje, o desafio é a falta de controle glicêmico dos pacientes: 50% dos diabéticos desconhecem o diagnóstico.

Tipos

A diabetes se divide em duas categorias – tipos 1 e 2. A primeira é uma forma relacionada ao sistema autoimune, em geral identificada na infância ou adolescência. Os pacientes diagnosticados com essa variação são chamados de insulino-dependentes, pois precisam fazer  reposição da insulina, além de se tratarem com outros medicamentos, adotarem alimentação balanceada e realizarem atividade física.

Na diabetes do tipo 2, a administração de insulina é necessária apenas em alguns casos. A maior incidência de diabetes se concentra nesse grupo (entre 80-90%), que é quando o organismo não produz insulina suficiente para controlar a taxa de açúcar no sangue, ou não é capaz de usar adequadamente a que produz.

Você sabia?

O aumento do número de diabéticos no mundo pode estar estritamente ligado a um outro crescimento, o da obesidade: em 2025, o Brasil vai ser o quarto país em obesidade do mundo, encostado nos EUA, com 33 milhões de obesos.

Educar é preciso

A chave é a educação voltada para reduzir a diabetes de tipo 2 – prevenível com dieta e educação alimentar, atividade física, perda de peso.

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