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Esportes

Mais visibilidade e estímulo à nova geração de jogadores

teste
Cleber
Gessé
Grillo
Por Kaliandra Alves Dias
Foto Edson Castro/Atlântico/Divulgação

Nos últimos anos, o futsal vem ganhando mais espaço nas grades de transmissões das emissoras de televisão e rádio. Mas essa visibilidade demorou a surgir, e muitos meninos acabaram trocando o sonho das quadras pelo campo.

Os primeiros chutes do fixo Grillo, do ala Cléber e do pivô Gessé foram dados em um campo de futebol. Mas a vida acabou direcionando os jogadores às quadras, e hoje, eles comemoram a visibilidade e o crescimento da modalidade.

Grillo tem uma trajetória de títulos e identificação com o Atlântico e Erechim. Mas antes de ser revelado ao cenário nacional de futsal, o catarinense tentou iniciar a sua carreira no campo. “Tive algumas tentativas frustradas e acabou não dando certo. Quando estava quase desistindo, apareceu um teste em Palmitos, que disputava a Divisão Especial de Santa Catarina. Fui para o juvenil, depois tive passagens por Chapecó e vim para Erechim em 2008”, destaca o fixo.

Assim como o catarinense, Gessé também teve a experiência nos gramados. Mas a paixão por jogar, também teve continuidade nas quadras. “Comecei a jogar e me interessei. Aos poucos o futsal foi me conquistando. Foi na modalidade que consegui me profissionalizar e receber um salário por mês. São 13 anos nessa vida. Só agradeço a Deus por construir uma família dentro do futsal”.

Já Cleber teve apenas a experiência em quadra. O sonho de se tornar um jogador iniciou aos oito anos de idade, quando teve o seu talento descoberto. “Não joguei base e nem sub20. Tive a passagem direta ao profissional. Com a ajuda dos meus treinadores e colegas de time, tive uma evolução muito grande”, salienta o ala. Nas quadras, o futsal também evolui. Para o ala, as equipes estão mais equilibradas. “O futsal está muito moderno. Todo mundo sabe jogar e marcar. Antigamente tinha mais alguns diferenciais. Agora está tudo nivelado. A vantagem é você ter empenho, raça e vontade. Tem que ter um diferencial”.

Outro ponto destacado por Gessé é a nova geração de jogadores. “Essa divulgação e evolução é importante para essa gurizada que vem surgindo. Se formos ver, quase todos os jogos são passados na televisão e até mesmo na internet. Para nós, jogadores, essa exposição é boa. Assim como também, para quem gosta de assistir. Com o tempo está só evoluindo e novos nomes estão surgindo”.

Já Grillo, enfatiza a oportunidade de os atletas já iniciarem no futsal. “O sonho de todo jovem é ser jogador de futebol. Alguns se identificam com o futsal. Com o crescimento dos últimos anos, o jogador pode optar por iniciar e começar apenas no futsal. Na minha época, era apenas o futebol. Fico feliz de ter essa visibilidade maior. Fiz parte desse crescimento, fiz a escolha correta. São 15 anos como jogador, estou longe de pensar em aposentadoria”, finaliza o jogador.

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