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Política

Rejeição ao governo Sartori chega a 81,5% na Segurança Pública

81,5% dos gaúchos desaprovam o atual governo que está prestes a completar o primeiro ano de gestão

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Foto: Luiz Chaves/Palácio Piratini
Por ALRS

A pesquisa divulgada pelo jornal Correio do Povo, na sexta-feira (11), mostra rejeição do governo Sartori de 60,6%. Na área da Segurança, por exemplo, a pesquisa identifica o maior percentual da rejeição, ou seja, 81,5% dos gaúchos desaprovam o atual governo que está prestes a completar o primeiro ano de gestão.

 De acordo com o deputado e presidente da Comissão de Segurança da Assembleia Legislativa, deputado Nelsinho Metalúrgico (PT), “a insegurança e a rejeição ao governo serão crescentes até que o governador Sartori entenda a importância de nomear os aprovados no último concurso. É claro que a sociedade não aceita este descaso. Não se pode condicionar a vida dos cidadãos apenas à sorte. Orientar as pessoas para que reajam (como propôs o secretário da pasta, Vantuir Jacini), que se comportem como policiais, é uma piada. Não se faz segurança com economia.”
 
Outra parlamentar que se manifestou sobre a rejeição ao governo Sartori apontada no levantamento foi a deputada Stela Farias (PT). Ela lembrou que a pesquisa identifica como piores índices as áreas Segurança, Saúde e a política de equilíbrio da contas. “Os dados revelam, primeiro, que “todos os alertas e críticas feitos pela Bancada do PT na Assembleia não eram só discurso de oposição. Eles confirmaram nossa sensibilidade e sintonia com a população gaúcha, que tem memória das péssimas consequências de uma agenda neoliberal para o Estado e para o conjunto da sociedade gaúcha”.
 
Para o presidente do Sindicato dos Servidores Penitenciários do RS, Flávio Berneiras, “a pesquisa mostra o que debatemos e reclamamos há muito tempo: a Segurança Pública está sucateada e esvaziada em todas as áreas. Isso ocorre devido às ações adotadas pelo governo, desde o começo do ano, como o corte de horas-extras, redução de efetivo e não nomeação de concursados”. De acordo com o dirigente, “todos estes fatores são suficientes para nos deixar sem condições de oferecer um bom serviço à população”. Ele conclui dizendo que, mesmo que a Segurança estivesse atuando a pleno vapor, hoje haveria um déficit no atendimento em torno de 40%.

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