Os prefeituráveis Ernani Mello (PDT), José Rodolfo Mantovani (PP) e Flávio Tirello (PSB) estiveram reunidos na manhã deste sábado (9) para encaminhar os possíveis nomes que irão formar a chapa majoritária da oposição nas eleições de 2016. Claudionor Mores (PSD) não compareceu, mas ligou para os demais pré-candidatos justificando a ausência e garantiu que está junto com o bloco formado inicialmente por 14 partidos. Élio Spanhol, do Rede Sustentabilidade, também não compareceu, mas comunicou aos demais líderes de forma antecipada. Luiz Francisco Schmidt (PSDB), outra pré-candidato a prefeito, não foi ao encontro e nem comunicou o motivo da ausência, embora tenha sido convidado no meio da semana.
De acordo com Ernani Mello, indicado por Luiz Antonio Tirello para conceder entrevista sobre o assunto ao Jornal Bom Dia, uma nova reunião na próxima segunda-feira (11) deverá apresentar o resultado do encontro deste sábado para os representantes de todos os partidos do bloco de oposição.
Ernani preferiu não comentar os bastidores da reunião, mas antecipou que PDT, PTB, PP, PSD, PSB, PRB e DEM fecharam questão e decidiram que os candidatos a prefeito e vice-prefeito deverão sair deste bloco. Cauteloso, Mello não aceitou falar em nomes.
Na tarde chuvosa, Luiz Francisco Schmidt (PSDB) atendeu um telefonema da reportagem. Indagado sobre os motivos da ausência na reunião com prefeituráveis, respondeu: “Não fui porque não fui” e, educadamente, não aceitou falar mais sobre assunto.
A ausência de Schmidt pode estar relacionada a uma tese defendida pelo vereador Leandro Basso (PRB). O parlamentar participa das reuniões da oposição e diz que a chapa majoritária deve ser composta por pelo menos um dos partidos que com bancada formada no Legislativo erechinense (PDT, PP, PTB, PRB, PSD). “Partido sem bancada é apenas uma sigla”, destacou. Com esta linha de pensamento é possível que Schmidt, nome mais cotado pela oposição, tenha perdido força nos últimos dias.