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Política

Juízes eleitorais reforçam a segurança das urnas eletrônicas

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Os juízes eleitorais Samuel Borges (148ª Zona Eleitoral) e Marcos D’Agostini (20ª Zona Eleitoral) em
Por Rodrigo Finardi
Foto Joi Zamboni

Na noite de ontem (19), no programa Pente Fino Entrevista, um bate-papo sobre o que pode e o que não pode nas eleições desse ano. Participaram os juízes eleitorais Dr. Marcos D’Agostini (20ª Zona Eleitoral) e o Dr. Samuel Borges (148ª Zona Eleitoral).

Sistema de segurança e checagem

Um dos temas abordados durante a entrevista, foi a segurança das urnas eletrônicas. Ambos os juízes fizeram um relato minucioso de todo o sistema de segurança e de checagem que garantem toda a lisura do processo eleitoral.

A zerésima

Uma das novidades desse ano é que em cada seção será impresso antes do início da votação, a zerésima, que será afixada em local que todos possam ter acesso.  Esse relatório mostra que não existe voto registrado na urna eletrônica para nenhum dos candidatos da disputa (ela está totalmente limpa).

Resultado seguro

Os juízes eleitorais falaram que todos os dados que alimentam a urna eletrônica, bem como os resultados produzidos, são protegidos por assinatura digital e outros sistemas de segurança, portanto não é possível modificar o resultado da votação contido no boletim de urna.

À prova de ataques externos

Reforçam que a urna eletrônica não pode sofrer ataques externos (hackers), pois funciona de forma isolada e não dispõe de qualquer mecanismo que possibilite sua conexão com a internet.

Totalmente auditável

O juiz Marcos D’Agostini salienta que já foram feitos todos os testes possíveis, com o acompanhamento de entidades representativas, gravações de votações na urna e também em papel, para fazer a comparação dos números. E nunca foram apresentados problemas que possam sugerir qualquer tipo de situação, que não a vontade do eleitor, e que ela é auditável.

Seguro, transparente e ágil

O juiz Samuel Borges salienta que “é muito caro para todos nós a seriedade do processo eleitoral e a segurança das urnas. É inadmissível pensarmos de outra forma”. Acredita piamente em todo o processo eleitoral brasileiro, que é seguro, transparente e ágil.

“Levem a cola, é permitido e facilita na hora de votar”

Outra questão abordada, e que é uma novidade neste ano, é que os mesários terão acesso a qual cargo o eleitor estiver votando (não ao nome do candidato), caso não esteja conseguindo votar. Isso foi diagnosticado em outros pleitos, em que os eleitores acabam anulando seus votos, por votar em números que não existiam e para cargos diferentes: “levem a cola, é permito e facilita na hora de votar”, pontuou o Dr. Samuel Borges.

A ordem de votação

Importante salientar que nesse ano serão cinco votos para cada eleitor, com a seguinte ordem na urna eletrônica 2022: deputado federal (quatro números), deputado estadual (cinco números), senador (três números), governador (dois números) e presidente (dois números).

Troca de seções e informações

Até as eleições de 2 de outubro, todas as informações da Justiça Eleitoral, serão publicadas pelo Jornal e TV Bom Dia. Em Erechim, algumas seções eleitorais trocaram de local e na próxima semana será divulgado para manter o eleitor bem informado.

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