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Política

Corregedor pede abertura de processo contra deputado Jardel

Marlon Santos acolheu as denúncias em conformidade com o art. 33 do Código de Ética Parlamentar

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Foto: Luiz Morem
Por ALRS

A Comissão de Ética Parlamentar, presidida pelo deputado Juliano Roso (PCdoB), acolheu na terça-feira (22) a representação do corregedor, deputado Marlon Santos (PDT), contra o deputado Mário Jardel (PSD), por quebra de decoro parlamentar. A ação é resultado de requerimento (RDI 229 2015) referente à denúncia de irregularidades praticadas pelo deputado Jardel.

A representação foi acolhida por unanimidade pela Comissão de Ética, que deverá se reunir no dia 3 de fevereiro, depois do recesso parlamentar e logo após a posse da nova presidência da Assembleia Legislativa, para a formação da Subcomissão que deverá dar encaminhamento ao processo, conforme determina o art. 54 do Código de Ética. A leitura do relatório do corregedor foi na Sala João Neves da Fontoura (Plenarinho), depois do encerramento da última sessão plenária ordinária, já dentro do período de recesso parlamentar. Roso não acolheu o pedido da defesa de afastamento do corregedor.

Marlon Santos acolheu as denúncias em conformidade com o art. 33 do Código de Ética Parlamentar, onde constam os “deveres dos deputados, importando o seu descumprimento em conduta incompatível com o decoro parlamentar”.
 
Na leitura, o corregedor apontou dificuldades pessoais do deputado Jardel e fatores que afetariam sua conduta como deputado, sendo “vítima e também vilão das denúncias que enfrenta”, o que quebra o decoro parlamentar. “É inegável que toda a conduta apurada fere a imagem da Assembleia Legislativa”, afirmou.

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