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Política

Ex-prefeito de Erechim não concorre, mas busca unir partidos

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Presidente do União Brasil, Arcildo Festugatto, o ex-prefeito Luiz Francisco Schmidt, e Jackson Arpi
Por Rodrigo Finardi
Foto Rodrigo Finardi

O ex-prefeito de Erechim, Luiz Francisco Schmidt se aproxima do União Brasil. Afirma que não quer concorrer mais, porém isso não quer dizer que não está atento aos movimentos da política local.

 

A aproximação com o União Brasil

Sua aproximação ao União Brasil, dito a coluna por interlocutores, foi para saber, com o presidente Arcildo Festugatto, se o partido já tem compromisso assumido com o governo. Por enquanto, não recebeu a resposta que queria.

 

“Se Dexheimer concorrer, terá meu apoio”

O objetivo do ex-prefeito é construir uma frente com vários partidos, para as eleições municipais do ano que vem. Uma frente, para concorrer contra o atual governo.

Perguntei para Schmidt, sobre o nome de outro ex-prefeito, Antônio Dexheimer, e foi rápido na resposta: “se ele concorrer terá meu apoio”, disse.

 

Três ex-prefeitos podem estar juntos

Questionei-lhe também sobre o ex-prefeito Eloi Zanella, e afirmou que fala com ele quase que diariamente.  Ainda não conversaram sobre as eleições do ano que vem, mas tem a esperança que possam estar unidos mais uma vez.

 

Reserva moral do PT

Schmidt afirmou que a candidatura de Anacleto Zanella, é uma reserva moral do PT e que ele evoluiu muito nos últimos anos e possui uma conduta ilibada.

 

O encontro

No final da tarde de quarta-feira, 30, Schmidt estava junto com Arcildo Festugatto, e também com Jackson Arpini e integrantes da juventude do PSDB.

 

Tucano fica, e aguarda desdobramentos

Jackson que ia sair do PSDB, e com a entrada praticamente certa no União Brasil, foi demovido pela Executiva estadual do partido. Sugeriram que ele aguarde até março do ano que vem, período final para troca de partidos, para poder concorrer em outubro. Logo, Jackson permanece tucano até lá, e isso pode trazer várias interpretações, que irão se clareando com o passar dos meses e aproximação do pleito. 

 

Novos ingredientes

O que estava calmo em solo bota amarela, para as eleições do ano que vem, começa a mudar, com novos ingredientes. Objetivo é ter numa mesma composição o União Brasil, Progressistas, PL, PDT, e se der para compor com mais siglas. Conforme o tempo avança, as opções vão se afunilando.  

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