Todos os projetos de reajuste salarial (servidores municipais do Executivo e do Legislativo), extensivo a CCs, FGS, servidores da Fundação Hospitalar Santa Terezinha, magistério municipal, da AGER, do IEP, e dos agentes políticos (prefeito, vice-prefeito, secretários municiais e vereadores) de 4,62% foram aprovados nesta terça-feira, 23, no Legislativo erechinense. Esses eram mais pacíficos.
Os mais polêmicos
Os que eram mais polêmicos, eram os aumentos dos subsídios para os vereadores, prefeito, vice-prefeito e secretários municipais de 25% para o quadriênio de 2025 a 2028 (próximos mandato e legislatura), e que de acordo com a Constituição Federal, precisa ser votado um ano antes.
Debates acalorados e troca de ‘carinhos’
Os debates foram acalorados, exigindo do presidente da Câmara de Vereadores, Jurandir Pezzenatto, interferir várias vezes, e pedir silêncio para a plateia. Os argumentos foram os mais variados, quem defendeu o aumento e quem foi contra o aumento. O porquê favorável e o porquê contrário. Na página 3 (ao lado) as falas dos vereadores e as trocas de ‘carinhos’ entre eles, para que fique registrado o que cada um disse.
Subsídio do prefeito e vice-prefeito
O aumento dos subsídios do prefeito e vice-prefeito foi aprovado por 10 a 6 conforme segue:
Favoráveis: Ale Dal Zotto (PSB); Carlos Lemos (PSDB); Fifo Parenti (MDB); Juares Bernardi (PSB); Nadir Barbosa (MDB); Rafael Ayub (MDB); Romildo Pereira da Silva (MDB); Sandra Picoli (PCdoB); Serginho (PT) e Wallace Soares (PSDB).
Contrários: Anacleto Zanella (PT); Anax Pezzin (Republicanos); André Jucoski (PDT); Carlinhos Magrão (PSDB); Claudemir de Araújo (sem partido) e Renan Soccol (Progressistas).
Subsídios dos vereadores
O aumento dos subsídios dos vereadores foi aprovado por 10 a 6, conforme segue:
Favoráveis: Ale Dal Zotto (PSB); Carlos Lemos (PSDB); Fifo Parenti (MDB); Juares Bernardi (PSB); Nadir Barbosa (MDB); Rafael Ayub (MDB); Renan Soccol (Progressistas); Romildo Pereira da Silva (MDB); Serginho (PT) e Wallace Soares (PSDB).
Contrários: Anacleto Zanella (PT); Anax Pezzin (Republicanos); André Jucoski (PDT); Carlinhos Magrão (PSDB); Claudemir de Araújo (sem partido) e Sandra Picoli (PCdoB).
Subsídios dos secretários
O aumento dos subsídios dos secretários foi aprovado por 11 a 5, conforme segue:
Favoráveis: Ale Dal Zotto (PSB); Carlos Lemos (PSDB); Carlinhos Magrão (PSDB); Fifo Parenti (MDB); Juares Bernardi (PSB); Nadir Barbosa (MDB); Rafael Ayub (MDB); Romildo Pereira da Silva (MDB); Sandra Picoli (PCdoB); Serginho (PT) e Wallace Soares (PSDB).
Contrários: Anacleto Zanella (PT); Anax Pezzin (Republicanos); André Jucoski (PDT); Claudemir de Araújo (sem partido) e Renan Soccol (Progressistas).
Os novos subsídios
De acordo com o Artigo 20 (inciso V e VI) da Constituição Federal, os vencimentos dos agentes políticos precisavam ser aprovados um ano antes da próxima gestão. Assim o aumento aprovado dos subsídios, ficaram assim a partir de 1º de janeiro.
Prefeito: R$ 31.965,86.
Vice-prefeito: R$ 15.982,90.
Secretário de Gestão e Governança: R$ 19.554,73.
Demais secretários municipais: R$ R$ 14.792,53.
Vereadores: R$ 11.881,00.
Presidente da Câmara: R$ 15.343,00.