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Política

Aumento em 25% dos subsídios para agentes políticos são aprovados em Erechim

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Plenário estava lotado na primeira sessão ordinária do ano, para apreciação dos projetos de aumento
Por Rodrigo Finardi
Foto Rodrigo Finardi

Todos os projetos de reajuste salarial (servidores municipais do Executivo e do Legislativo), extensivo a CCs, FGS, servidores da Fundação Hospitalar Santa Terezinha, magistério municipal, da AGER, do IEP, e dos agentes políticos (prefeito, vice-prefeito, secretários municiais e vereadores) de 4,62% foram aprovados nesta terça-feira, 23, no Legislativo erechinense. Esses eram mais pacíficos.

Os mais polêmicos

Os que eram mais polêmicos, eram os aumentos dos subsídios para os vereadores, prefeito, vice-prefeito e secretários municipais de 25% para o quadriênio de 2025 a 2028 (próximos mandato e legislatura), e que de acordo com a Constituição Federal, precisa ser votado um ano antes.

Debates acalorados e troca de ‘carinhos’

Os debates foram acalorados, exigindo do presidente da Câmara de Vereadores, Jurandir Pezzenatto, interferir várias vezes, e pedir silêncio para a plateia. Os argumentos foram os mais variados, quem defendeu o aumento e quem foi contra o aumento. O porquê favorável e o porquê contrário. Na página 3 (ao lado) as falas dos vereadores e as trocas de ‘carinhos’ entre eles, para que fique registrado o que cada um disse.

Subsídio do prefeito e vice-prefeito

O aumento dos subsídios do prefeito e vice-prefeito foi aprovado por 10 a 6 conforme segue:

Favoráveis: Ale Dal Zotto (PSB); Carlos Lemos (PSDB); Fifo Parenti (MDB); Juares Bernardi (PSB); Nadir Barbosa (MDB); Rafael Ayub (MDB); Romildo Pereira da Silva (MDB); Sandra Picoli (PCdoB); Serginho (PT) e Wallace Soares (PSDB).

Contrários:   Anacleto Zanella (PT); Anax Pezzin (Republicanos); André Jucoski (PDT); Carlinhos Magrão (PSDB); Claudemir de Araújo (sem partido) e Renan Soccol (Progressistas).

 

Subsídios dos vereadores

O aumento dos subsídios dos vereadores foi aprovado por 10 a 6, conforme segue:

Favoráveis: Ale Dal Zotto (PSB); Carlos Lemos (PSDB); Fifo Parenti (MDB); Juares Bernardi (PSB); Nadir Barbosa (MDB); Rafael Ayub (MDB); Renan Soccol (Progressistas); Romildo Pereira da Silva (MDB); Serginho (PT) e Wallace Soares (PSDB).

Contrários:   Anacleto Zanella (PT); Anax Pezzin (Republicanos); André Jucoski (PDT); Carlinhos Magrão (PSDB); Claudemir de Araújo (sem partido) e Sandra Picoli (PCdoB).

 

Subsídios dos secretários

O aumento dos subsídios dos secretários foi aprovado por 11 a 5, conforme segue:

Favoráveis: Ale Dal Zotto (PSB); Carlos Lemos (PSDB); Carlinhos Magrão (PSDB); Fifo Parenti (MDB); Juares Bernardi (PSB); Nadir Barbosa (MDB); Rafael Ayub (MDB); Romildo Pereira da Silva (MDB); Sandra Picoli (PCdoB); Serginho (PT) e Wallace Soares (PSDB).

Contrários: Anacleto Zanella (PT); Anax Pezzin (Republicanos); André Jucoski (PDT); Claudemir de Araújo (sem partido) e Renan Soccol (Progressistas).

 

Os novos subsídios

De acordo com o Artigo 20 (inciso V e VI) da Constituição Federal, os vencimentos dos agentes políticos precisavam ser aprovados um ano antes da próxima gestão. Assim o aumento aprovado dos subsídios, ficaram assim a partir de 1º de janeiro.

Prefeito: R$ 31.965,86.

Vice-prefeito: R$ 15.982,90.

Secretário de Gestão e Governança: R$ 19.554,73.

Demais secretários municipais: R$ R$ 14.792,53.

Vereadores: R$ 11.881,00.

Presidente da Câmara: R$ 15.343,00.

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