Quanto ao hoje, estrelas!
Na substância de barro, ainda
serrando a árvore de Adão.
E, para minhas nove quedas, que me contemplam,
seguro no próprio umbigo.
Orbito, em torno à vinte e cinco
vírgula doze horas por cliques.
É o furor moderno entre, a aurora e a noite.
Com um mouse, multifocado
de;
eu usável, desmontável,
ao relativo quem sou?
O seguimento de dedos nervosos.
Um post, que vigia a procura pelo
raso ou fundo de mim.
O imprevisto das máscaras.
O brilho que respira em outro
Monte Sinai de seguidores, onde não acesso
o leste, a semente; perdidos.
A arca desamarrada
do meu olhar.