O texto final da reforma tributária trouxe uma importante vitória para o setor de saúde cooperativa no Brasil: a inclusão das Unimeds no regime diferenciado de tributação. A conquista, resultado de esforço conjunto do Sistema Unimed, teve a participação decisiva de parlamentares, como o deputado federal Pedro Westphalen, que exemplifica as principais modificações: - As cooperativas de saúde ficam autorizadas a deduzir integralmente o repasse aos associados (texto anterior limitava a dedução a 50%) e redução da alíquota para locação de equipamentos médicos (antes era só para compra).
Participação e diálogo
No mês de setembro, durante o Café com Política, o Instituto Unimed/RS reuniu na Casa da Memória, em Porto Alegre, figuras centrais na discussão da reforma tributária - como o próprio Pedro Westphalen, o presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann, e os advogados Jeber Juabre Jr., da Unimed do Brasil, e Marco Tulio De Rose, reiterando o compromisso contínuo em defesa dos interesses das cooperativas de saúde.
Para Jeber Joabre Junior, Superintendente Jurídico e de Relação Institucional e Governamental da Unimed do Brasil, Wesphalen foi um gigante na luta pela defesa do cooperativismo médico.
Impactos da inclusão
A inclusão das Unimeds no regime diferenciado de tributação promete uma redução significativa na carga tributária, o que deve resultar em maior eficiência e continuidade dos serviços de saúde. Para Westphalen, o avanço é benéfico não apenas para as cooperativas, mas para todo o sistema de saúde.
Na avaliação de Alcides Mandelli Stumpf, a inclusão das Unimeds no regime diferenciado de tributação reflete um trabalho conjunto e articulado entre entidades cooperativas e líderes políticos. “Essa conquista representa um passo importante para a saúde cooperativa no Brasil, garantindo avanços significativos para o setor e benefícios diretos para a população brasileira”, finaliza o dirigente.